A supervisão nos créditos pessoais

Os pedidos de créditos pessoais são cada vez mais frequentes, mas é preciso saber de que forma os clientes estão protegidos e de que forma são assegurados os seus direitos. 

A supervisão nos créditos pessoais
Saiba os direitos dos clientes na subscrição dos créditos pessoais.
  • A gestão de créditos pessoais requer um forte conhecimento do funcionamento da banca

Sabia que existem inúmeros direitos dos clientes quando solicitam créditos pessoais? Quando falamos de créditos, há um mundo de pormenores que é preciso considerar. As instituições financeiras que concedem os créditos pessoais e às quais tantas vezes recorremos, são supervisionadas pelo Banco de Portugal, de forma a que seja assegurada a estabilidade e bom funcionamento do sistema financeiro.

 

Infelizmente, hoje em dia o mercado dos créditos pessoais é muito vasto, apresentando inúmeros players de mercado e soluções variadas. O que acontece neste contexto é que podemos ver a circular muita informação imperfeita nos mercados de serviços financeiros a retalho que têm vindo a justificar a crescente supervisão da actuação das instituições no fornecimento de produtos financeiros.

 

Este trabalho tem sempre como premissa fulcral a garantia dos direitos dos clientes e também a garantia de que as instituições financeiras conseguem manter-se longe da falência.

 

Saiba quais são os deveres da banca para com os clientes

A subscrição de créditos pessoais ou de outro tipo de modalidade de crédito, está sujeito à supervisão do Banco de Portugal e a um conjunto de regras de conduta e deveres que devem ser do conhecimento do cliente. Saiba quais são:

 

- As instituições de crédito devem assegurar elevados níveis de competência técnica no exercício das suas actividades e actuar com diligência, neutralidade, lealdade, discrição e respeito no relacionamento com os seus clientes;

 

- As instituições de crédito devem divulgar com clareza as remunerações que oferecem pelos fundos recebidos dos clientes e as características dos produtos oferecidos, bem como o preço dos serviços prestados e outros encargos.

 

- As instituições de crédito devem adoptar e divulgar códigos de conduta, onde constem os princípios e normas de conduta que regem as suas relações com clientes, nomeadamente os procedimentos internos de apreciação de reclamações.




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