Amazon Echo ou Google Home: qual escolher?

Amazon Echo ou Google Home: a guerra já começou e isso é uma boa notícia para os utilizadores. Mas a questão complica-se: qual dos assistentes comprar?

Amazon Echo ou Google Home: qual escolher?
Amazon Echo ou Google Home: a guerra dos assistentes

O Amazon Echo e o Google Home são assistentes inteligentes para a casa, atividados por voz, para ajudar em várias tarefas: fazer chamadas, enviar mensagens, reproduzir música, responder a perguntas, jogar, controlar a televisão, integrar o sistema de casa inteligente, etc. A questão é: Amazon Echo ou Google Home, qual a melhor opção?

Os assistentes para as casas têm vindo a adquirir bastante popularidade e, por isso, é importante perceber em que detalhes diferem para fazer uma escolha acertada.

A análise deve ser feita tendo em conta o design, a qualidade do som, a qualidade do controlo por voz, o preço e a as características próprias que um pode ter e o outro não.

Amazon ou Google Home: o duelo dos assistentes pessoais

1. Design

O Amazon Echo é um pequeno cilindro que pode ser um pouco alto para algumas prateleiras, mas fora isso o design é apelativo e fica bem em qualquer ambiente. Tem uma luz na parte superior que se acende cada vez que o assistente de voz (a Alexa) é ativado. Pode ser preto ou branco.

EchoFonte da imagem: Techradar

O Google Home é um pouco mais pequeno do que o Amazon Echo, tendo um design mais dinâmico: é branco, mas a parte inferior está disponível em várias cores e materiais (carbono, cobre, manga, violeta, verde, cinzento e preto). A parte superior tem LEDs que se acendem quando o sistema está pronto a falar. Tem um botão de “mute” na parte de trás.

google homeFonte da imagem: Google

2. Qualidade de som

O Home tem um som mais rico e mais envolvente do que o Echo, mas que não vai tão alto; ainda assim, a qualidade de som do dispositivo da Google é superior. Qualquer um dos assistentes consegue reproduzir música que esteja no dispositivo, e funcionam com iHeartRadio, Pandora e Spotify. O Echo é compatível com Amazon Music, enquanto o Home reproduz ficheiros da Google Play Music, TuneIn Radio e YouTube Red.

3. Controlo de voz

Ambas as colunas usam controlo de voz para reproduzir músicas e fazer pesquisas. O Echo é ativado ao dizer “Hey Alexa”, ou apenas “Alexa”, ou “Amazon”. O Home funciona com “Ok, Google”, ou “Hey, Google”. Os dois dispositivos conseguem ouvir e ser ouvidos a uma distância de 30 centímetros.

O assistente da Google é melhor ao dar informação da web, enquanto o Alexa é a melhor opção no momento de fazer compras online. Ambos conseguem soletrar, colocar despertadores e ler as notícias. Mas o dispositivo da Google consegue levar a cabo uma conversa de forma mais eficiente. Por exemplo, ao perguntar “quem é o ator que faz de James Bond?”, pode depois perguntar: “que outros filmes é que ele fez?”.

4. Tecnologia de casa inteligente

O Home é compatível com sistemas de casa inteligente como August, Belkin Wemo, Frigidaire, Honeywell, Insignia, Lifx, Logitech Harmony, Next, Philips, Rachio, Samsung, TP-Link, e Wink, e qualquer tecnologia que funcione com Chromecast.

O Echo também funciona com todos estes, exceto Chromecast, e é compatível ainda com Blink, Carrier, DigitalStrom, Haiku, Leviton, Lowe’s Iris, Lutron, Netatmo, e muitos outros.

5. Preço

O Home custa a partir de 110€, enquanto o Echo custa a partir de 153€.

Amazon ou Google Home: veredicto final

O Home é a escolha mais acertada no que diz respeito à assistência pessoal, mas o Echo supera o dispositivo da Google nos controlos da casa inteligente, sendo a Alexa um assistente muito bom e versátil. A Amazon também possui mais opções para dispositivos compatíveis com o Alexa, como o Echo Dot.

Por outro lado, o assistente da Google integra muitos serviços já existentes, sendo compatível com muitas apps (apesar de a integração de algumas funcionalidades ainda precisar de ser aperfeiçoada).

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Ana Duarte Ana Duarte

Jornalista e gestora de comunicação no projeto Patient Innovation, Ana Duarte é mestre em Ciências da Comunicação, pela Universidade do Porto. A sua paixão pela escrita começou cedo, quando aprendeu a escrever e começou a criar os seus próprios jornais. Interessa-se por tecnologia, desporto, cinema e literatura.