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Apoios à criação do próprio emprego: quais são

Se ambiciona lançar o seu próprio negócio, saiba que existem ao seu dispor vários apoios à criação do próprio emprego.

Apoios à criação do próprio emprego: quais são
Saiba quais são e o que precisa de fazer para aceder a estes apoios.

Já diz o ditado: “a necessidade aguça o engenho” e a prova disso são os projetos empreendedores e inovadores que têm surgido nos últimos anos. A verdade é que o empreendedorismo está na moda. Mas mais do que falar numa moda, falar em empreendedorismo é falar em criatividade e capacidade de inovar, mesmo em tempo de crise. E para dar resposta a esta tendência têm surgido vários apoios à criação do próprio emprego.
 

O que é isso de apoios à criação do próprio emprego?

Portugal (ou melhor, o sector empresarial nacional) está cada vez mais inovador. A ideia de criar um negócio próprio parece atrair cada vez mais profissionais e há cada vez mais alternativas em termos de financiamentos.

E não falamos apenas das possibilidades disponibilizadas pelo sector bancário, mas também dos apoios à criação do próprio emprego e/ou empresa. Estes apoios consistem na atribuição de medidas de apoio que podem ser governamentais ou comunitários.

 

Quais são?

Se já tem uma ideia de negócio consolidada ou procura um apoio que lhe permita desenvolver novas áreas de atividade, temos boas notícias para si. É que ao seu dispor tem vários apoios possíveis. Conheça alguns exemplos.

1. Apoio à criação do próprio emprego por beneficiários de prestações de desemprego
Trata-se de um programa do Instituto de Emprego e Formação profissional (IEFP) que consiste em apoiar projetos de beneficiários de prestações de desemprego (seja o subsídio de desemprego ou subsídio social de desemprego inicial), através do adiantamento (total ou parcial) dos valores das prestações de desemprego a que tem direito, desde que o projeto assegure o emprego – a tempo inteiro – dos promotores do mesmo.

Mas há regras. Por exemplo, cada projeto tem de ser economicamente viável e o posto de trabalho do candidato tem de estar assegurado a tempo inteiro pelo projeto.


2. Micro Crédito - ANJE|CGD
Trata-se de uma linha de crédito da Caixa Geral de Depósitos, em parceria com a ANJE, num modelo de empréstimo mútuo ou abertura de crédito simples. Este apoio disponibiliza financiamento para projetos jovens e de pequena dimensão, para promotores com idades até 40 anos.

Este apoio tem limites de valores. O montante máximo do empréstimo é de 50 mil euros e tem um prazo de pagamento até 72 meses.


3. Portugal 2020
Veio substituir o antigo QREN - Quadro de Referência Estratégico Nacional e está em vigor de 2014 a 2020. Este apoio assegura que, até 2020, Portugal vai receber 25 mil milhões de euros para estimular Pequenas e Médias Empresas (PME’s), entre outras entidades, para a produção de bens/serviços e exportações. No Balcão 2020 pode encontrar toda a informação sobre os financiamentos disponíveis para o período 2014-2020 e todos os requisitos para apresentação de candidatura e acompanhamento do seu projeto.


4. Investe Jovem
É outro programa de apoio do IEFP desta feita destinado a estimular a criação de empresas por jovens desempregados, com idades compreendidas entre os 18 e 30 anos, inscritos no IEFP através de várias modalidades de apoio (que pode ser apoio financeiro ao investimento; apoio financeiro à criação do próprio emprego dos promotores ou apoio técnico na área do empreendedorismo para reforço de competências e para a estruturação e consolidação do projeto).   

Este apoio inclui a consultoria técnica para reforço de competências e o apoio financeiro ode abranger até 75% do investimento total elegível, sendo 10% da verba total capital próprio.

 

Crie o seu negócio e o seu emprego…

A par destes apoios, tem também ao seu dispor várias entidades que disponibilizam serviços de apoio para empreendedores.
E assim, você também pode ser o seu empregador. Agora que sabe que tem apoios para “pôr o projeto a rolar” só ó precisa de analisar o seu perfil e – claro – o negócio que pretende desenvolver. Mas se, efetivamente, tem “pernas para andar” não tem porque não tentar.
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