Bosch e Universidade de Aveiro vão criar 150 empregos

A Bosch assinou um protocolo com a Universidade de Aveiro para o desenvolvimento de soluções para casas inteligentes.

Bosch e Universidade de Aveiro vão criar 150 empregos
Protocolo prevê um investimento de 19 milhões de euros

A Bosch assinou, no passado dia 2 de dezembro, um protocolo com a Universidade de Aveiro para o desenvolvimento de soluções para casas inteligentes, na unidade Bosch Termotecnologia, localizada em Aveiro.

O acordo entre a Bosch e a Universidade de Aveiro prevê um investimento de 19 milhões de euros e a criação de 150 postos de trabalho. “O investimento é cerca de 19 milhões de euros, mais ou menos repartidos em 10 milhões de euros na Bosch e quase nove milhões na universidade, que visa essencialmente a criação de equipas de competências, investigadores altamente qualificados, e a criação de algumas infraestruturas da área de negócio de produtos inteligentes para casas inteligentes”, afirmou Sérgio Salústico, vice-presidente sénior de engenharia de produto da Bosch Termotecnologia em Aveiro.

O consórcio, assinado no âmbito do Portugal 2020, pretende “constituir uma equipa Bosch/Universidade de Aveiro dedicada ao desenvolvimento de soluções de software e conectividade para a casa inteligente", disse ainda o Sérgio Salústio. O projeto tem como finalidade o desenvolvimento de dispositivos eletrónicos para serem integrados em esquentadores ou caldeiras de climatização e que permitam aos consumidores interagir com os mesmos, permitindo o seu controlo de forma mais eficiente. 

Dos 150 postos de trabalho criados pelo protocolo, serão criados “70 novos empregos na Bosch, 40 já foram contratados em meados deste ano, e do lado da universidade está prevista a contratação de 72 novos investigadores”, adiantou ainda o vice-presidente sénior de engenharia de produto da Bosch Termotecnologia em Aveiro, Sérgio Salústio. O responsável da Bosch afirmou ainda que com este projeto há a intenção de “estabelecer bases para uma cooperação que se pretende que vá mais longe”.

Sérgio Salústio realçou a importância de envolver a comunidade académica e científica neste tipo de projetos. “É o grande foco: aproximar as universidades das empresas de modo mais efetivo por um tempo que permite cimentar essas relações”, destacou.

Este consórcio terá a duração de quatro anos.

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