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Candidatura Espontânea: Dicas para se destacar

Esta pode ser uma boa forma de se apresentar às empresas. Veja como fazer uma candidatura espontânea que o faça destacar-se.

Candidatura Espontânea: Dicas para se destacar
A candidatura espontânea pode ser a chave de entrada no seu novo emprego.

Nem só de respostas a ofertas se faz a procura de emprego. Na verdade, uma das formas mais eficazes de chamar a atenção dos recrutadores é através do envio da chamada candidatura espontânea

Trata-se de uma boa forma de se “apresentar” aos seus potenciais empregadores e de se autopromover junto deles. A candidatura espontânea permite-lhe contactar com uma lista e empresas selecionadas por si – e por isso do seu interesse –, de forma a dar a conhecer as suas competências profissionais.  

De facto, através do envio de uma candidatura espontânea pode estar a abrir uma porta, que ainda se pensava fechada. Isto porque, são muitas as empresas que, quando necessitam de recrutar, deixam de lado a possibilidade de publicitarem ofertas de emprego através dos habituais anúncios. Ao invés disso, conduzem uma pesquisa nas bases de dados internas, para tentarem encontrar o candidato ideal. E cabe-lhe a si garantir que está entre esses candidatos. 


Em que consiste a candidatura espontânea?

A sua candidatura espontânea deve ser composta por uma carta de candidatura (que funciona como uma carta de motivação/apresentação) e o seu Curriculum Vitae (CV). Como tal, deve ter especial cuidado ao elaborar a sua carta de candidatura, para que esta se destaque entre as demais. 

Mas mais que uma forma de despertar o interesse dos recrutadores para o seu CV, a candidatura espontânea pode funcionar como um fator de valorização do seu perfil. Isto porque na ótica do recrutador, é uma forma de revelar iniciativa (uma qualidade muito valorizada pelos empregadores atualmente), bem como interesse na empresa e na possibilidade de ocupar uma posição na mesma. 

Mas não só! Para o candidato, esta é uma forma de aumentar as possibilidades de ser contactado pelos recrutadores, uma vez que vai além das simples respostas a ofertas de emprego divulgadas nos canais habituais e lhe permite alargar a área de ação. 

Antes de iniciar-se no envio da(s) sua(s) candidatura(s) espontânea(s) deve parar e pensar na sua estratégia de ação, de forma a direcionar as suas candidaturas, tendo em conta não só as suas competências, mas também experiência profissional e as mais-valias que pode oferecer às empresas. 


Qual a estrutura ideal?

Fixe isto: uma candidatura espontânea deve sempre incluir uma boa introdução, que deve respeitar os três “C’s” mágicos: Clareza, Coerência e Concisão! Ah e claro, não esqueçamos o “P” de Personalização
Posto isto, lembre-se de incluir as seguintes partes: 

1. Cabeçalho: 

Onde deve constar a sua identificação e a identificação da empresa a que se está a candidatar. E, seguindo as “letrinhas mágicas”, deve procurar personalizar a carta e dirigi-la ao responsável pelo recrutamento em questão. 

2. Introdução: 

Lembre-se que está a apresentar uma candidatura espontânea, por isso deve começar por apresentar o motivo do seu contacto. Fale do interesse pela empresa e na atividade que esta desenvolve e, obviamente, não se esqueça de referir o tipo de função a que se está a candidatar. 

3. Desenvolvimento: 

Aqui deve incluir uma descrição das suas habilitações académicas, competências e experiências profissionais que possam enquadrar-se nas funções a que se candidata; bem como as capacidades que espera vir a adquirir e a forma como pode eventualmente desenvolvê-las na empresa a que está a apresentar a sua candidatura espontânea.  

4. Conclusão: 

Feche com chave de ouro. Reforce o seu interesse nas funções e na empresa para a qual está a candidatar-se. Mais, deixe clara a sua disponibilidade para ser contactado pela empresa, seja para uma entrevista, provas de seleção ou esclarecimentos adicionais. 


Destaque-se e boa sorte! 

Facilmente encontra online modelos e exemplos de cartas para incluir na sua candidatura espontânea. Pesquise, informe-se, mas não fique demasiado preso aos exemplos. Lembre-se que quer destacar-se, por isso “fuja” à forte tentação que poderá sentir para adaptar um desses modelos à sua candidatura. 

Pare para pensar e construa a sua candidatura de raiz, para que seja um reflexo não só da sua personalidade, mas também das suas competências. Só assim poderá mostrar aos seus recrutadores o seu valor e as mais-valias que tem para oferecer à empresa. 


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