Carreira de assistente técnico na função pública

A carreira de assistente técnico exige qualificações e competências que vamos abordar neste artigo.

Carreira de assistente técnico na função pública
A segunda mais complexa no acesso

Quando se fala na abertura de um procedimento concursal comum, mais conhecido como a abertura de um concurso de acesso à função pública, é possível que abram vagas para três tipos de funções: técnico superior, assistente técnico e assistente operacional. 

É sobre a carreira de assistente técnico que nos vamos debruçar neste artigo, abordando as qualificações de acesso e os respetivos passos a dar num concurso aberto.
 

Carreira de assistente técnico: guia essencial


Qualificações

De modo geral, os requisitos mínimos para aceder à carreira de assistente técnico são a escolaridade obrigatória (12º ano). Em vários casos, quanto mais elevadas as qualificações, mais as probabilidades de ser a pessoa escolhida para o posto. 

Quer isto dizer que o facto de exigirem o mínimo do 12º ano, não significa que seja alguém com apenas essas qualificações que seja a selecionada. 

Além das qualificações de escolaridade, podem ser solicitadas competências específicas adicionais, como conhecimentos de alguma língua ou o domínio de alguma ferramenta de software.
 

Tipos de contrato

Na carreira de assistente técnico da função pública, existem geralmente três tipos de contrato:

 

Remunerações

A tabela remuneratória para as diferentes categorias profissionais da função pública teve a sua última revisão em 2009. 

No caso da carreira de assistente técnico existem 12 posições remuneratórias, sendo a primeira no valor de 683,13€ e a última de 1304,46. As últimas três posições são complementares. 
 

Posições remuneratórias na carreira de assistente técnico

1ª - 683,13€
2ª - 789,54€
3ª - 837,60€
4ª - 892,53€
5ª - 944,02€
6ª - 995,51€
7ª - 1047,00€
8ª - 1098,50€
9ª - 1149,99€
10ª - 1201,48€
11ª - 1252,97€
12ª - 1304,46€
 


Passos a seguir

Assim que é aberto um procedimento concursal comum, publicado em Diário da República, é necessário enviar a candidatura com o Curriculum Vitae e respetivos documentos que comprovem não só a escolaridade como também as competências específicas solicitadas. 

Este envio é quase sempre efetuado via correio registado. Após o momento de receção das candidaturas é feita uma pré seleção. Seguem-se os testes específicos necessários e só depois se realizam as entrevistas presenciais de recrutamento e psicológicas.

Por vezes estes procedimentos estão abertos apenas para quem já se encontra a trabalhar em funções públicas, pelo que deve estar atento a esta alínea. 

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