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6 dicas para fazer uma carta de candidatura espontânea

Uma carta de candidatura espontânea pode ser o passaporte para um emprego. Ter a iniciativa de se apresentar às empresas e aos recrutadores é uma vantagem.

6 dicas para fazer uma carta de candidatura espontânea
Chame a atenção dos recrutadores

Não há segundas oportunidades para causar uma boa primeira impressão. Logo a carta de candidatura espontânea deve ser redigida com toda a atenção É o primeiro contacto entre o candidato e o potencial empregador, pelo que conseguir sobressair entre a concorrência é determinante. Afinal, trata-se de uma estratégia para se dar a conhecer.

Na prática, estamos a falar de uma técnica de procura de emprego, em que é o próprio a assumir a liderança do processo. Compete-lhe a si elaborar uma lista das empresas que lhe interessam, de forma a poder adaptar a sua candidatura às especificidades de cada uma. O seu objectivo deve ser, sempre, dar a conhecer as suas competências e skills profissionais.

É certo que não estando a responder a nenhum anúncio, as suas hipóteses são menores. Mas também é verdade que muitas empresas, na hora de contratar, recorrem à base de dados, onde o seu dossier já se encontra. Quer estar na primeira linha? Conte com a nossa ajuda!


6 dicas para fazer uma carta de candidatura espontânea


1. Linha de pensamento organizada

Escrever uma carta ou email de candidatura espontânea não é difícil. Mas implica alguma dedicação e, sobretudo, uma estrutura bem definida. Comece por explicar a razão da sua abordagem e a área a que se candidata (introdução). Em seguida ‘apresente’ as suas competências e experiências (desenvolvimento) e por fim reforce o seu interesse na empresa (conclusão).


2. Dirija-se à pessoa certa

Uma das dicas mais importantes para escrever uma boa carta de candidatura espontânea. Enderece-a ao responsável pelos recursos humanos ou pela área que lhe interessa. Deste modo, está a demonstrar que fez o trabalho de casa, ou seja, pesquisou e informou-se sobre a empresa e a sua organização interna. Quem ler a carta, sabe que não é apenas mais um a recebê-la.


3. Atenção aos limites

A regra diz uma página no máximo. Seja simples, prático e objectivo na sua escrita. Utilize frases curtas e dinâmicas, com verbos activos, para transmitir a sua mensagem. Lembre-se que quem a vai ler tem o tempo preenchido e, além disso, recebe muitas outras cartas do mesmo género. Se escrever um 'testamento’, o mais certo é não receber a atenção pretendida.


4. Personalização

Muito importante: não envie cartas iguais para todas as empresas da sua lista e muito menos coloque todos os endereços de email em BCC. Erro crasso. Está a dizer que não tem interesse em particular na empresa a que se candidata, pelo que também não irá despertar o interesse de quem está do outro lado. Adapte o discurso ao tipo de empresa e personalize o conteúdo.


5. Explique porque se candidata

É a melhor forma de criar uma ligação emocional com o potencial empregador. Revele as suas razões para querer trabalhar naquele sítio. Aproveite a oportunidade para mostrar entusiasmo e vontade de integrar aquela equipa. Os recrutadores gostam sempre de candidatos motivados, que querem ‘vestir a camisola’.


6. Originalidade

Use e abuse da sua criatividade, mas faça-o de uma forma clara, coerente e coesa. A sua carta de candidatura espontânea vai ‘falar por si’ e terá de conseguir despertar a curiosidade dos recrutadores, de tal forma que seja chamado para uma entrevista. Procure inspiração noutros exemplos mas não imite nem copie. Inove e marcará a diferença!
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