As 10 cidades mais caras para viver na Europa

Se está a pensar emigrar saiba quais as cidades mais caras para viver na Europa. Conheça o ranking das cidades europeias com o custo de vida mais elevado.

As 10 cidades mais caras para viver na Europa
O top 10 das cidades com custo de vida mais pesado

Sabe quais são as cidades mais caras para viver na Europa? De país para país há inúmeras diferenças. Não só a nível cultural, mas também económico. Basta pensar na diferença entre os salários médios de cada país da Europa, por exemplo.

A par do salário está depois o custo de vida que se verifica em cada país ou cada cidade. É isso mesmo que diz o relatório intitulado “Which Countries in Europe Offer The Best Standard of Living?” (Quais são os países da Europa oferecer o melhor padrão de vida?, em português), publicado recentemente pelo site Glassdoor.

O estudo compara os rendimentos médios de cada país com o custo real de vida. Ou seja, tenta perceber de quanto dinheiro precisam os habitantes dessas cidades para poderem adquirir produtos ou bens úteis e/ou essenciais. Através desta análise foi possível perceber quais as cidades mais ou menos favoráveis para se viver… ou, dito de forma mais simples, quais as cidades mais caras (e mais baratas) para viver.

A análise incluiu 18 países e comparou o custo de vida em relação aos padrões dos Estados Unidos da América (EUA), mas pode facilmente adequar-se à nossa realidade. Conheça agora as 10 cidades mais caras para viver do ranking.


As cidades mais caras para viver na Europa: o top 10


1. Genebra

A cidade suíça ocupa o primeiro lugar cimeiro deste ranking. Em comparação com o custo médio de vida americano, diz o relatório do Glassdoor que viver em Genebra é cerca de 3% mais caro do que viver em Nova Iorque, por exemplo, mesmo tendo esta cidade o salário mais alto de toda a Europa.



2. Zurique

O segundo lugar o ranking também fica dentro das fronteiras da Suíça. Zurique assume-se como um dos hubs financeiros da Suíça, mas tem também um dos custos de vida mais altos da Europa (falamos de custos de alojamento, transporte e utilitários).
 


3. Londres

A capital Londrina ocupa o terceiro lugar do pódio. Tem um dos salários médios mais elevados da europa, mas não parece ser suficiente para fazer face ao elevado custo de vida da cidade.
 


4. Oslo

A capital da Noruega também tem um dos salários mais elevados da Europa, mas conta também com um custo de vida muito elevado. Só nas despesas mensais (como transportes, contas de casa – água, luz, etc. – ou alimentação, por exemplo) os habitantes gastam uma parte considerável dos seus rendimentos.
 


5. Bergen

É a segunda maior cidade da Noruega e também uma das mais caras para se viver. Em comparação com os EUA, tem um custo de vida mais elevado do que viver em Los Angeles, por exemplo.



6. Copenhaga

A capital da Dinamarca é também a maior cidade do país e assume-se como o centro cultural, económico e governamental do país. Além disso, é também uma das cidades mais caras da Dinamarca e da Europa.
 


7. Paris

A chamada “cidade do amor” não tem um dos salários mais elevados da Europa, mas o mesmo não se pode dizer do custo de vida. Os preços das casas, por exemplo, são muito elevados e fazem com que Paris ocupe a sétima posição deste ranking.



8. Dublin

A capital da República da Irlanda tem um dos salários mais elevados da Europa. E a par dos salários surge também o custo de vida. Pagar casa, transportes e alimentação não fica barato por estes lados.
 


9. Estocolmo

A Suécia tem um dos mais altos padrões de vida na Europa, graças ao custo dos bens e serviços locais (incluindo alimentação, transporte e rendas de casas). Em comparação com o que se ganha, pode dizer-se que é equilibrado, mas ainda assim ocupa um lugar no ranking das cidades mais caras para viver na Europa.



10. Helsínquia

A capital finlandesa tem um dos custos de vida mais elevados da Europa em todas as categorias (rendas de casa, transportes, etc.). Em contrapartida, estes custos são balançados com os rendimentos médios.
 
Surpreendido? Agora já sabe onde sai mais caro viver. Para ler o relatório na íntegra aceda aqui

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