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5 coisas que vai descobrir depois de se despedir

Às vezes a mudança é o melhor caminho e sempre podemos aprender com quem veio antes de nós.

5 coisas que vai descobrir depois de se despedir
Não tenha medo da mudança

A sensação de ansiedade que corre na mente de muitos trabalhadores no domingo à noite pode ter um nome: insatisfação. A verdade é que nem todos são felizes e realizados com os seus empregos e trabalhos, muitos estão ali apenas porque precisam de sobreviver e pagar as contas todos os meses.

A boa noticia é que, com algum planeamento e muita boa vontade, é possível deixar o emprego que não o faz feliz por uma coisa nova e estimulante.

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Os anos de 1970 e a geração Paz e Amor já gritavam que deveríamos fazer apenas o que nos deixasse feliz, porém, foi nos 2000 que vimos crescer a onda de pessoas a deixarem os trabalhos para se aventurarem numa jornada de autoconhecimento e empreendedorismo.

A nova geração estava (e ainda está) focada em aliar bem-estar com trabalho, e não são poucos os casos que vemos relatados por aí.

Obtendo sucesso, ou não, certos tópicos são unânimes e, para aprender com quem já passou por isto, vamos listar agora alguns assuntos em comum de vários depoimentos para o ajudar a decidir o que pode ser o melhor a fazer.

5 coisas que vai descobrir depois de se despedir

Confie nos seus instintos

Ainda que tenha a certeza de ter feito a escolha certa, as dúvidas continuarão a aparecer. Principalmente para quem sai do mundo empresarial, o universo corporativo pode ser muito apelativo. Os recrutadores sempre vão aparecer com oportunidades tentadoras, os amigos e a família vão-se preocupar com a sua segurança financeira, vai-se questionar acerca da sua estabilidade e vai sempre ouvir um antigo cliente dizer que não existe outro funcionário ideal para a função.

Todas as vezes que algum dos itens acima acontecer, vai precisar de reafirmar a decisão feita. Confie nos seus instintos e não olhe para trás.

Precisa de menos dinheiro do que supõe

Quando nos habituamos a um ritmo de vida, facilmente aceitamos todos os extras que vem com ele: jantares em bons restaurantes, roupas a mais para a vida social e profissional, ou mais viagens de táxi ou de uber, por exemplo.

Entretanto, só quando nos vemos obrigados a cortar com determinados luxos, é que vemos o quão supérfluos eles podem ser. Isto tudo traz uma nova forma de consumo, mais consciente, e aumenta o foco em experiências valiosas como viagens, momentos com a família e os amigos. Por isso, foque-se nas suas necessidades reais e não acumule coisas que não são realmente importantes.

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Novas oportunidades aparecem sempre (mantenha a mente aberta)

Muitas pessoas deixam os seus empregos sem saber ao certo o que vão fazer dali em diante: tirar um ano sabático? Dedicar-se à escrita? Viajar pelo mundo? Trabalhar para uma ONG?

A verdade é que, uma vez fora, as oportunidades aparecem. Talvez não sejam aquelas com as quais sempre sonhou, mas existe um hiato, entre largar o atual emprego e recomeçar uma nova vida, que é real e é também considerado por muitas pessoas que passaram por isto como a parte mais difícil.

No entanto, justamente porque passou a olhar com mais atenção para outras situações, é provável que muitas oportunidades novas apareçam e que comece então a considerar algumas coisas com as quais antes nem sonhava em fazer. Tudo depende do quão aberta estará sua mente.

Nada dura para sempre

Durante o hiato que acontece entre trabalhos, ou quando algum projeto não der certo, é normal pensar que a decisão de sair da segurança de um antigo emprego tenha sido um erro. Muitas pessoas, até, decidem voltar para a estrutura de vida que tinham antes. E tudo bem se esta for a decisão final, ninguém deve sentir-se obrigado a fazer algo com o qual não está confortável ou que não traz felicidade.

Por isso, é importante lembrar que, da mesma maneira que empresas fecham e pessoas são despedidas, nós também podemos mudar de ideias, mudar de país, ou adiar um projeto. Nada dura para sempre.

Não está sozinho

Não se deixe enganar: não somos os únicos insatisfeitos ou inseguros com o trabalho ou decisões. Seja por medo de admitir, seja porque o normal nas redes sociais seja apenas partilhar as vitórias e as alegrias, muito mais pessoas do que podemos imaginar estão a passar ou já passaram pela mesma dificuldade.

Todos enfrentam desafios e ultrapassam as próprias inseguranças. Se pararmos 5 minutos para conversar com nossos colegas ou mesmo com um desconhecido num café, vamos entender que não estamos sozinhos nesta jornada em busca de felicidade e autoconhecimento. Cada trajetória é única e intransferível, mas existem milhares de pessoas por aí que partilham as nossas dúvidas e medos.

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