Como mudar de fornecedor de energia

Sabe o que é necessário para mudar de fornecedor de energia elétrica? Fique a saber tudo no nosso artigo.

Como mudar de fornecedor de energia
Todos os passos para mudar para o mercado livre.

Mudar de fornecedor de energia tornou-se obrigatório até ao final de 2015. O período de transição já começou em 2013 mas ainda tem doze longos meses para tomar uma decisão. Agora, com o mercado livre, as tarifas já não são reguladas pelo Estado passando a funcionar a lei da oferta e da procura. 
 
De momento, para quem ainda não passou para o mercado livre, vigoram as tarifas transitórias. Estas tarifas são mais caras, precisamente, para o incentivar a alterar para o mercado livre, o que deve fazer o quanto antes para beneficiar dos melhores preços.
 
Há várias empresas a operar no mercado, para que possa escolher aquela que melhor se adequa ao seu perfil de consumo. Analise, cuidadosamente, todas as propostas e não tome nenhuma decisão precipitada.
 

10 dicas para mudar de fornecedor de energia elétrica sem sobressaltos

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1. Comece por consultar a lista de fornecedores de energia na página da Entidade Reguladora dos Serviços Energéticos. São nove fornecedores de eletricidade, que pode consultar aqui
 
2. Recolha os dados, de cada um dos fornecedores e registe-os num ficheiro para uma melhor análise. É importante listar preços, prazos do contrato, que serviços prestam e quais são as condições em caso de rescisão.
 
3. Esteja atento a serviços extra ou a condições de campanhas promocionais que, regra geral, têm um período reduzido. Condições de fidelização ou de consumos mínimos são ilegais. Leia todas as letras pequeninas.
 
4. Compare as condições de cada um dos fornecedores de energia com aquilo que paga atualmente. Para uma boa análise, separe as seis últimas faturas de eletricidade e compare. 
 
5. Para mudar de fornecedor de energia não precisa pagar nada, mudar de contador, nem o serviço será interrompido. A alteração é meramente contratual e pode demorar, no máximo, três semanas.
 
6. Pode aderir por telefone ou online e o processo de transição é tratado pelo fornecedor que escolher. Nestes casos, a chamada ou o registo informático servem de comprovativo não sendo necessário assinar contrato.
 
7. Depois desta fase, o contrato é submetido a aprovação, para confirmar dados técnicos e comerciais do local de fornecimento. Posto isto, receberá uma carta, indicando em que data o serviço será ativo, assim como as condições do contrato.
 
8. Não se esqueça de ler todas as letras pequeninas e saiba que, após o início do contrato, tem catorze dias para cancelar o serviço.
 
9. Consumidores em situações económicas difíceis estão protegidos pela Tarifa Social de Eletricidade e pelo Apoio Social Extraordinário ao Consumidor de Energia. Saiba mais, no Portal da Entidade Reguladora.
 
10. O mercado livre continua a ser regulado pela Entidade Reguladora dos Serviços Energéticos. Por isso, para qualquer pedido de esclarecimento ou reclamação, contacte a ERSE.
 
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