Como poupar estando desempregado

Se é um dos muitos portugueses nesta situação, não perca as nossas dicas para poupar mesmo estando desempregado.

Como poupar estando desempregado
Saiba como equilibrar o orçamento e ainda conseguir poupar.

Poupar mesmo estando desempregado é possível. É necessário muita organização e vai ter que fazer alguns cortes mas, se seguir as nossas dicas, vai conseguir fazer um pé de meia.
 
 
Garanta o pagamento das suas contas nos momentos mais difíceis.
O serviço Fatura Segura da EDP permite-lhe continuar a pagar o gás e a eletricidade em caso de desemprego. Saiba aqui como aderir.
Para começar, faça um inventário do seu dinheiro. Some o dinheiro que tem em poupanças, o montante que eventualmente vai receber de indemnização por despedimento e o valor que vai receber mensalmente de subsídio de desemprego para saber com o que pode contar numa emergência.
 

4 Passos para poupar estando desempregado

 

1. Orçamento mensal

Esta dica não é nova mas é a base para manter as finanças equilibradas quer esteja numa situação de desemprego ou não. Portanto, se ainda não faz o seu orçamento mensal, agora não pode mais fugir.
 
Num bloco ou num ficheiro de Excel, coloque o rendimento mensal da sua família e liste todas as despesas fixas, as datas em que vencem e o valor que habitualmente paga em cada uma delas. Falamos de contas como água, energia, renda e alimentação. Agora que somou tudo, sabe exatamente quanto é que precisa por mês para as suas despesas essenciais.
 
Vai precisar de registar também todas as restantes despesas sem esquecer nenhum cêntimo. Televisão por cabo, telemóvel, roupa, cinema, jantares fora, jornais, revistas, estética, cafés e pastilhas elásticas. Tudo.
 
Não deixe nada de fora. Para evitar esquecimentos, tenha um bloco na carteira ou instale uma destas apps para um registo imediato. Esta é a única forma de apanhar o rasto ao seu dinheiro para que consiga eliminar os gastos supérfluos e conseguir poupar.
 

2. Pague-se primeiro

Dizem os especialistas que, no início de cada mês, deve pagar-se a si primeiro. Como é que faz isso? No caso de estar a receber subsídio de desemprego, agende uma transferência automática para a conta poupança no dia em que o subsídio cai na sua conta. 
 
Os mesmo especialistas recomendam que poupe 10% do seu rendimento mensal, ficando os restantes 90% para todas as suas despesas. Resta ajustar os seus gastos ao valor que sobra após a poupança.
 

3. Aperte o cinto

Tenha ou não diminuído o seu rendimento mensal, é hora de apertar o cinto! Não vai conseguir poupar, esteja desempregado ou não, sem fazer alguns ajustes nas suas despesas. É por isto que o primeiro ponto é absolutamente essencial! Com o orçamento  mensal pronto, consegue saber onde é que está a gastar dinheiro a mais, o que pode abdicar e onde não dá mesmo para cortar mais.
 

4. Gaste o essencial

Mesmo que tenha recebido uma boa indemnização, que receba o valor máximo de subsídio de desemprego ou que as suas poupanças sejam generosas, gaste o menos possível. Se conseguir poupar mais do que os 10% recomendados, melhor. Hoje tem muito, amanhã pode não ter nada. Além disso, a situação de desemprego pode prolongar-se por mais do que o esperado.
 

10 Dicas práticas para poupar

1. Negoceie o spread com o banco ou a renda com o senhorio.
2. Negoceie os contratos de comunicações, televisão e energia.
3. Adie gastos não essenciais - como renovar os tapetes da sala!
4. Evite fazer refeições fora de casa.
5. Prefira marcas brancas.
6. Aproveite as promoções, descontos e saldos para fazer stock.
7. Reduza as visitas ao supermercado, faça compras mensais e vai ver que gasta menos!
8. Privilegie os transportes públicos.
9. Tudo o que conseguir, faça você mesmo – pão, roupa, pintar e cortar o cabelo, lavar o carro, coser bainhas, pequenos arranjos, etc.
10. Faça um pequena horta ou um jardim vertical na sua varanda.
 
Adira ao Fatura Segura e continue a usufruir de um bem essencial numa situação de desemprego.

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