Conta Poupança-Habitação: o que saber

Saiba tudo sobre a conta poupança-habitação. Conheça as vantagens e desvantagens deste tipo de conta e ainda onde pode utilizar a poupança.

Conta Poupança-Habitação: o que saber
Como funciona?

A conta poupança-habitação perdeu uma boa parte do seu fulgor no momento em que foi colocado um ponto final nos benefícios fiscais associados a esta aplicação, não permitindo usufruir de qualquer dedução no IRS pelo facto de ter uma conta poupança-habitação. No entanto, este tipo de conta mantém alguns benefícios que podem ser interessantes.
 

O que é e como funciona a conta poupança-habitação

A conta poupança-habitação é uma conta poupança, que pode ser assinada por pessoas singulares (contas coletivas, contas singulares ou conjuntas), com um prazo anual (no fim do qual os juros da conta são liquidados), mas renovável automaticamente pelo mesmo período de tempo, e que tem como objetivo obter uma poupança para habitação. O montante de uma conta poupança-habitação varia consoante a entidade bancária. 
 
Atualmente a movimentação da conta poupança-habitação já não tem de ser obrigatoriamente para fins exclusivos ligados à habitação. O titular da conta pode, se assim entender, utilizar o saldo noutro âmbito desde que após um ano sobre a data de cada subscrição. Se assim não for aplica-se as regras em vigor para as mobilizações de depósitos a prazo a um ano.
Todavia, na sua essência, e talvez onde a conta poupança-habitação será mais rentável, a sua finalidade é:
 

3 Vantagens da conta poupança-habitação

  • Reduz em 50% os emolumentos devidos pelos atos notariais e do registo predial, referentes à aquisição de habitação própria permanente, se for realizado num notário público e após um ano sobre a data de cada entrega;
  • Flexibilidade de movimentação. Já permite a mobilização do saldo da conta para outros fins que não a habitação, desde que após um ano da sua entrega;
  • Permite entregas adicionais.
 

3 Desvantagens

  • As taxas de juro são baixas comparativamente às remunerações dos depósitos a prazo;
  • Já não usufruem de benefícios fiscais;
  • A redução de metade dos encargos dos atos notariais e do registo predial só se aplica se realizada em notários públicos, que praticamente se extinguiram.
 
 
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