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Emprego como Babysitter: uma oportunidade de trabalho

As ofertas de emprego para babysitter têm aumentado significativamente nos últimos anos.

Emprego como Babysitter: uma oportunidade de trabalho
Tem jeito para crianças?

À semelhança dos outros países, em Portugal são já muitos os pais que contratam estes profissionais para tomarem conta dos seus filhos. A vida agitada dos nossos dias, a falta de tempo, a indisponibilidade dos avós, entre outros factores, têm contribuído para uma maior procura do(a) babysitter.

Por outro lado, são cada vez mais os candidatos às vagas para este emprego. Como consequência, temos assistido a um crescimento deste sector do mercado laboral em território nacional.

A tempo inteiro ou a tempo parcial, a actividade de babysitting obriga a grande responsabilidade e dedicação. A exigência de quem contrata é, por isso, a nota dominante ao longo de todo o processo de recrutamento. A formação e a experiência contam e muito, no momento de escolher o melhor candidato.

Se está a ponderar enveredar por esta carreira, vamos dar-lhe uma ajuda. Gostar de crianças, só por si não basta, é preciso mais para poder ser um candidato com potencial. Assim, deixamos-lhe algumas informações pertinentes para que possa apresentar uma candidatura bem elaborada a uma oferta de emprego como babysitter.


Quais são as funções desempenhadas por um(a) babysitter?

De uma forma muito simples, este profissional toma conta de crianças, por um período de tempo acordado com os progenitores, mediante uma remuneração. As tarefas que lhe são atribuídas dependem, muitas vezes, do número de horas que trabalham, da idade dos mais pequenos e, sobretudo, da vontade dos pais. No entanto e em geral, são suas funções:
 
  1. O acompanhamento diurno e nocturno,
  2. O acompanhamento durante as férias escolares,
  3. O acompanhamento na ausência dos pais, por motivos profissionais ou de lazer (férias…),
  4. O acompanhamento no trajecto casa-escola e escola-casa (percurso a pé, de carro, de transportes públicos),
  5. A alimentação;
  6. A higiene pessoal;  
  7. Ajudar nos trabalhos escolares,
  8. As actividades lúdicas (passeios, jogos, cinema, actividades extra-curriculares); 
  9. A organização e limpeza do quarto das crianças.

Estes mesmos encargos podem ter um peso maior ou menor no plano de trabalho. Na prática, tudo depende da própria especificidade do babysitting: ocasional, regular, tempo inteiro, tempo parcial, em hotéis (férias), em eventos (concertos, espectáculos, casamentos…).


Que tipo de formação é necessária?

Até há algum tempo atrás, a actividade de babysitting era essencialmente exercida por pessoas que queriam ganhar algum dinheiro extra ao fim-de-semana. O actual panorama é bem diferente. Ao profissional é exigida formação académica superior, em áreas como educação, psicologia, enfermagem, entre outras relacionadas com a infância e a saúde.

Na ausência de um curso superior, os cursos especializados (por exemplo, o curso de auxiliar de educação infantil) são o requisito fundamental para se ser seleccionado. Em Portugal é possível frequentar estes cursos em escolas profissionais. Os pais querem candidatos qualificados, que possam assegurar que os filhos estarão em boas mãos. 


Quais são os requisitos para se trabalhar como babysitter?

Gostar de crianças. É sem dúvida alguma condição sine qua non mas não é a única. O grau de exigência aumentou imenso, pelo que os candidatos têm hoje de demonstrar outras competências para serem competitivos. A experiência profissional e o curso de primeiros socorros alcançaram um lugar de destaque na lista dos atributos mais importantes dos recrutadores.

Lidar com crianças obriga a muita criatividade, dinamismo, motivação e interesse em aprender e evoluir. Mas implica igualmente, ter muita paciência, disponibilidade e calma para ‘controlar’ os mais pequenos. Características procuradas por todos os pais quando contratam um(a) babysitter.

A constante agitação dos tempos modernos determina que, em alguns casos, as (os) babysitters acompanhem as crianças nas viagens dos progenitores fora e dentro do país. Disponibilidade para viajar e o domínio de línguas, pelo menos o inglês, tornam-se requisitos importantes na hora de escolher.


Quais são as saídas profissionais?

Estamos a falar de um mercado laboral ainda em crescimento. As ofertas de emprego privadas (colocadas pelas próprias famílias) são frequentes mas já existem empresas nacionais especializadas na prestação de serviços de babysitting. A procura destes profissionais portugueses por parte de famílias estrangeiras também tem aumentado, criando assim mais oportunidades.


Quanto se ganha num emprego como babysitter?

Não há uma resposta certa! Na hora de ‘fazer as contas’ são muitas as variáveis a ter em consideração. A formação académica e o currículo profissional bem como a especificidade e a duração da actividade têm um peso muito grande. Mas os cursos extra, as línguas faladas, as competências sociais e até as recomendações são avaliados.
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