Investimentos em PPR abrandam

Apesar dos benefícios fiscais, nos últimos meses de 2009 ocorreu um abrandamento na obtenção de Planos Poupança-Reforma (PPR).

Investimentos em PPR abrandam

A corrida aos Planos Poupança-Reforma, vulgarmente conhecidos como PPR, está a abrandar e nem nos últimos meses de 2009, contra o que tem acontecido em períodos homólogos de anos anteriores, os Portugueses cumpriram a tradição de economizar.
Segundo dados divulgados pela Associação Portuguesa de Seguradores, as subscrições de PPR (sob a forma de seguro) nos meses de Novembro e Dezembro de 2009 atingiram os 899 milhões, menos 9,1% face ao investimento verificado no mesmo período em 2008.
Ainda assim, e apesar da queda neste tipo de poupança verificada nos últimos dois meses do ano, no geral os PPR sob a forma de seguro cresceram 27% em 2009.

As razões do abrandamento

Ao órgão de informação “Económico Digital”, Diogo Teixeira, director da Optimizel, avançou algumas razões para o facto de se verificar uma quebra no investimento em produtos de poupança para a reforma. Na sua opinião, houve uma mudança de atitude em relação aos PPR. Os Portugueses tendem a encarar estas aplicações mais como produtos de poupança contínua e não meros instrumentos de obtenção de benefícios fiscais no fim do ano.
A opção passa por fazer uma distribuição mais equitativa do dinheiro neste tipo de aplicações.