IRS: Conheça as principais falhas no preenchimento da declaração

Existem algumas falhas ao preencher a declaração do IRS, que fazem com que o reembolso seja reduzido. Saiba já o que não deve fazer no próximo ano.

IRS: Conheça as principais falhas no preenchimento da declaração
Erros mais comuns ao declarar o IRS

Segundo a análise dos especialistas, existem alguns erros que são cometidos com frequência pelos contribuintes aquando do preenchimento da declaração do IRS.

Esses erros podem diminuir o valor do reembolso a que efectivamente o contribuinte teria direito ou até mesmo levar à cobrança de coimas.

 

O que não deve fazer ao preencher o IRS:

  • Seja responsável e respeite os prazos de entrega da declaração. Preencha a declaração com calma e cuidado de forma a evitar esquecer-se de algum campo ou até enganar-se. A verdade é que no caso de erros ou omissões, a DGCI prevê a cobrança de coimas num valor superior a 50€.

 

  • Quanto a valores declarados respeitantes a pensões de alimentos, é importante que os contribuintes tenham em conta os valores que foram definidos nas respectivas sentenças judiciais.

 

  • Guardar os documentos comprovativos de tudo o que é declarado na declaração de IRS é outro alerta importante. Esses documentos devem ser guardados por um período de 4 anos, pois esse é o período durante o qual as Finanças podem pedir que os apresente.

 

  • Uma falha muito comum está relacionada com a inclusão a título de encargos com juros e amortizações de empréstimos, de montantes que não foram suportados com a habitação própria e permanente.

 

  • Se recebeu dividendos resultantes de acções, poderá declará-los no Anexo E, mas somente se optar pelo englobamento, uma vez que são alvo de uma taxa liberatória. Tenha em atenção que ao englobar os dividendos permite que o fisco tenha acesso às suas contas.

 

  • Deixamos para o fim a falha mais usual dos contribuintes que é a indicação nos campos relativos às deduções à colecta do montante correspondente à percentagem que lhes é permitido deduzir e não a totalidade das despesas efectivamente incorridas.

 

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