E se descobrisse que tem peças de valor em sua casa?

Tem uma peça em casa que quer vender e não sabe o seu real valor? A P55 trata de tudo. Avalia, proteje e vende a sua peça pelo melhor valor. Só tem que preencher o formulário e enviar uma fotografia da peça ou peças que quer vender. Será contactado no prazo máximo de 48 horas.

Ao clicar concordo receber comunicações de marketing directo enviadas por e-konomista.pt e pelos nossos Parceiros

Enviar pedido de avaliação
(*) Campo opcional

As 5 maiores disputas históricas em leilões

Descubra os quadros que proporcionaram algumas das disputas mais surpreendentes em leilões.

As 5 maiores disputas históricas em leilões
Quadros que fizeram história em leilões

As obras de arte mais famosas do mundo encontram-se, geralmente, em museus e fundações, apesar de muitos colecionadores manterem coleções privadas. Essas instituições raramente vendem as peças que integram as suas coleções, embora procurem adquirir em leilão novas obras de arte que, com o tempo, a popularidade ou o significado simbólico, entre outros fatores, acabam por atingir valores incalculáveis e um estatuto de intocáveis.
 

As 5 maiores disputas de pinturas em leilão

Algumas das maiores disputas históricas em leilões envolveram quadros de pintores mundialmente famosos, peças que frequentemente excederam as expectativas e, obviamente, a respetiva base de licitação.
 


1. «Mulheres de Argel», de Pablo Picasso

picasso

É uma série de quinze quadros e inúmeros desenhos do artista espanhol, que retiram inspiração da obra «Mulheres de Argel no seu apartamento», de Eugène Delacroix (1834). A «Versão L», por exemplo, foi comprada pelo Museu Berggruen por 11.4 milhões de dólares, em 2011. A «Versão J» foi vendida pela Sotheby’s em 2006, por 18.6 milhões de dólares.

No entanto, a «Versão O» – a última peça da série – foi vendida pela extraordinária quantia de 31.9 milhões de dólares, em novembro de 1997. Mais tarde, em maio de 2015, voltou a ser leiloada, atingindo o valor de 179.4 milhões de dólares, um valor recorde para um quadro.
 


2. «Três estudos de Lucian Freud», de Francis Bacon

freud

É uma pintura a óleo, de 1969, que retrata o artista Lucian Freud. Foi vendida em novembro de 2013 por 142.4 milhões de dólares. Na altura, foi o quadro mais caro de sempre em disputas históricas em leilões, ultrapassado pouco tempo depois pela «Versão O» de Picasso.

Este tríptico foi pintado na Royal College of Art, em Londres, local onde o artista mantinha um grande estúdio, de forma a poder trabalhar nas três telas simultaneamente. Foi vendido na casa de leilão Christie’s, em Nova Iorque.
 


3. «Retrato de Dr. Gachet», de Vincent van Gogh

van gogh

Continua a ser um dos quadros mais famosos de van Gogh. Retrata Paul Gachet, o médico que cuidou do pintor durante os últimos meses da sua vida. Existem duas versões deste quadro, embora sejam facilmente distinguidas, devido ao estilo e ao uso da cor.

A primeira versão, pintada em junho de 1890, alcançou o valor de 82.5 milhões de dólares em leilão, na cidade de Nova Iorque, em 1990.
 


4. «O grito», de Edvard Munch

grito

Entre 1893 e 1910, o artista expressionista Edvard Munch criou um dos quadros mais famosos de sempre. São quatro versões que retratam «O grito da Natureza» – uma figura de expressão agonizante, rodeada por um pôr-do-sol extremamente desconcertante.

Considerado por muitos críticos como a Mona Lisa da arte moderna, a quarta versão foi vendida pela extraordinária quantia de 119.9 milhões de dólares, numa disputa história em leilão pela Sotheby’s, em maio de 2012.
 


5. «Centro branco (amarelo, rosa e lavanda)», de Mark Rothko

centro

É a peça de arte contemporânea mais cara de sempre vendida em leilão. Concluído em 1950, o quadro apresenta elementos frequentes da obra de Rothko: vários blocos de cores, em camadas, que se complementam.

Um pouco de amarelo, negro, branco e uns retângulos horizontais atingiram, assim, o valor de 72.8 milhões de dólares, em maio de 2007. Uma obra de arte que acabou depois por ser oferecida por David Rockfeller.

Veja também: