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9 estratégias para melhorar a sua autoconfiança

Todos sabemos os benefícios que a autoconfiança traz à nossa vida, a dificuldade passa por saber como nos podemos tornar mais confiantes. Temos 9 conselhos!

9 estratégias para melhorar a sua autoconfiança
A falta de autoconfiança é incapacitante

A forma como nos vemos e como nos sentimos em relação a nós mesmos influencia o nosso modo de estar na vida. Por exemplo, alguém com uma boa autoconfiança, provavelmente, dedica mais tempo a atividades de interação social do que alguém com pouca confiança em si mesmo, que terá mais tendência a isolar-se.

Uma baixa capacidade de autoconfiança também pode influenciar de forma significativa a vida profissional. Alguém que se concentra em demasia nas suas falhas acaba por se convencer de que não é bom profissional nem suficientemente qualificado, não ambicionando posições profissionais superiores.

Com a ajuda destes exemplos é fácil perceber como a autoconfiança é imprescindível para que tenhamos uma vida saudável, feliz e bem-sucedida. Pessoas confiantes inspiram confiança aos outros e não há melhor forma de alcançar o sucesso do que ganhando a confiança de quem nos rodeia.

Pessoas autoconfiantes fazem aquilo que acreditam ser o correto, assumem riscos, abraçam desafios, assumem os erros e aprendem com eles. Pessoas pouco autoconfiantes comportam-se com base naquilo que os outros pensam, não saem da sua zona de conforto e desvalorizam as suas capacidades.

9 formas de melhorar a sua autoconfiança


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A autoconfiança, ou seja, a crença de que podemos realizar com sucesso determinada atividade, é um processo que se constrói ao longo do tempo. Não acontece de um momento para o outro, mas quando aplicadas de forma consistente e sistemática estas estratégias podem ajudar.

1) Questione-se a si mesmo: diante de uma situação em que não se sente autoconfiante é importante perguntar-se porque se sente dessa forma e de onde é que vem a incerteza; desafiar as suas crenças negativas vai ajudar a diminui-las;

2) Crie pensamentos positivos: preveja resultados positivos; o foco deve estar nos seus pontos fortes e não nos pontos fracos; faça uma lista com todos os seus pontos fortes;

3) Comunique consigo mesmo de forma positiva: verbalize frases e afirmações motivadoras, orientadas para a solução da situação; diga frases e palavras de incentivo a si mesmo; coloque afirmações positivas espalhadas pela casa em locais visíveis;

4) Inspire-se: leia, ouça música e veja programas com conteúdos inspiradores;

5) Defina objetivos e prepare-se para os alcançar: faça uma lista de tudo o que conquistou até ao momento; reveja os seus pontos fortes; defina uma meta para o futuro próximo; identifique as competências a desenvolver para alcançar essa meta; treine essas competências e aceite os erros que podem surgir no processo;

6) Trabalhe a sua linguagem corporal: quando nos sentimos mal em relação a nós mesmos temos tendência a isolarmo-nos e a fecharmo-nos; isto não acontece apenas emocionalmente mas tem também reflexo na nossa imagem física;

7) Aceite e desfrute dos elogios que lhe fazem: pessoas com baixa autoconfiança raramente aceitam os elogios; dê permissão a si mesmo para aceitar e acreditar nas palavras gentis que as outras pessoas lhe dirigem;

8) Evite o perfecionismo: se o seu objetivo é a perfeição, é garantido que se vai sentir frustrado; a perfeição não existe; repare nas pessoas autoconfiantes que conhece e verá que não são perfeitas;

9) Recorra à sua rede social de apoio: o incentivo da família e dos amigos pode ser uma boa ajuda; em momentos de stress e de mudança o apoio social é benéfico.

Como conclusão, importa reter que a autoconfiança é determinante em vários momentos e domínios da nossa vida, desde uma entrevista de emprego até às nossas relações afetivas. Sendo tão determinante na nossa vida, a autoconfiança deve sempre ser trabalhada, para que estejamos sempre no nosso melhor.

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Ana Graça Ana Graça

Mestre em Psicologia, pela Universidade do Minho, com a dissertação “A experiência de cuidar, estratégias de coping e autorrelato de saúde”. Especialização (Pós-Graduada) em Neuropsicologia Clínica, Intervenção Neuropsicológica e Neuropsicologia Geriátrica. Membro efetivo da Ordem dos Psicólogos Portugueses, com especialidade em Psicologia Clínica e da Saúde e Neuropsicologia. Além da Psicologia. é apaixonada por viagens, leitura, boa música, caminhadas ao ar livre e tudo o que traga mais felicidade!