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Mesada ou semanada?

O que pode funcionar melhor: mesada ou semanada? É ou não importante? Tudo depende da idade do seu filho.

Mesada ou semanada?
O que será melhor para os seus filhos?

Mesada ou semana: o que que será melhor para o seu filho? Todas as crianças são diferentes, assim como as dinâmicas familiares, mas há uma determinada altura em que é importante responsabilizar os filhos e passar-lhes o ônus da gestão diária do dinheiro. Esta responsabilidade sobre a getão do dinheiro pode ser trabalhada desde cedo entre pais e filhos, inclusive, os especialistas na matéria recomendam que isto seja feito a partir dos seis anos. 

Receber mesada ou semanada desde cedo, pode revelar-se muito importante na construção e na educação de cada ser humano. Saber o valor do dinheiro e de cada coisa desde cedo, pode muito bem evitar que gerações futuras acabem sobreendividados. Porque não, não basta dizer a uma criança ou a um adolescente que tem que poupar ou que o “dinheiro não é de quem o tem, é de quem o poupa”, é preciso dar-lhe ferramentas para que o consiga fazer sozinho.
 

Mesada ou semanada: o que escolher?

Ensinar aos filhos a real noção do dinheiro não é tarefa fácil, mas nada melhor do que passar para eles essa responsabilidade para que tenham noção do que o dinheiro pode ou não conseguir. Na altura de decidir se opta por dar mesada ou semanada, lembre-se de que esta variável pode depender um pouco da idade da criança.

 

Entre os 6 e 11 anos

Nestas idades mais precoces, a noção do dinheiro e da sua gestão ainda é muito superficial. Como a curiosidade nestas fases é muita e a capacidade de espera quase nula, é aconselhável que os pais optem pela semanada. Trinta dias, para uma criança desta idade, é muito tempo pelo que pode ser difícil para os petizes perceber como gerir tanto dinheiro.

Peritos em finanças e pediatras recomendam que as crianças dos seis aos onze anos recebam semanada. Nestas idades, trinta dias é muito tempo e pode ser difícil para as crianças entender e gerir tanto dinheiro tão cedo. O ideal será começar aos poucos para que aprendam, com calma, a controlar as suas contas. A partir dos doze anos já podem começar a receber mesada, ainda que alguns especialistas defendam que a semanada é sempre a melhor opção.
 

A partir dos 12 anos

Aos dez anos, ainda se é uma criança mas já se tem uma maturidade que não tinha seis anos. Com a entrada na adolescência e a chegada ao ciclo, o dinheiro já começa a ser utilizado de forma diferente. A partir daqui, a mesada faz mais sentido, até para testar a capacidade de gestão de um determinado valor ao longo de trinta dias. No entanto, há especialistas que defendem sempre a semanada.

 

Para quem tem mais do que um filho

Se tem mais do que um filho e as idades não são assim tão próximas, é necessário adaptar a mesada ou a semanada consoante as necessidades de cada idade. Se tiver um filho com oito anos e outro já universitário, claramente, a necessidade será muito diferente entre os casos, assim como a própria gestão e valor da respectiva mesada ou semanada. 

Apesar da diferença de idades, é sempre melhor que todos os membros da família saibam o que cada um recebe e quais as razões para essa diferença, de forma a não exista competição, tampouco mal entendidos entre os irmãos.

 

Que valor atribuir?

Mário Cordeiro, reconhecido pediatra, recomenda que o valor da atribuído seja pequeno. Comece com uma semana de 2 euros no primeiro ano, 2,60 euros no segundo ano, 3 euros no terceiro ano e assim sucessivamente. A partir do 9º ano, os gastos devem ser ajustados de acordo com as necessidades dos adolescentes. 

 

Para que deve servir o dinheiro da mesada ou semanada?

Quando decidir se opta pela mesada ou pela semanada, é importante também decidir para que serve esse dinheiro. É importante que o dinheiro sirva para os bens definidos, mas que também possa servir para poupar, de forma a que as crianças aprendam a amealhar algum dinheiro com um determinado objectivo.
 
Em suma, tanto a mesada como a semanada são um instrumento fundamental de educação financeira, que pode incutir regras nas crianças que se tornem num exemplo para toda a vida.
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