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10 motivos para não fazer um depósito a prazo

Os depósitos a prazo perderam algum do seu encanto. Conheça alguns dos motivos para não fazer um depósito a prazo.

10 motivos para não fazer um depósito a prazo
A rentabilidade dos depósitos deixa muito a desejar.

Longe vão os tempos em que os depósitos a prazo dominavam as preferências dos portugueses na hora de aplicar as suas poupanças. Atualmente, os motivos para não fazer um depósito a prazo são muitos, isto porque a rentabilidade dos depósitos deixa muito a desejar para grande parte dos investidores e nem o facto de ser uma das aplicações com menor risco (este está sempre presente) atenua a situação.
 

10 Motivos para não fazer um depósito a prazo


1. Taxas de juro muito baixas (algumas a zeros).
As quedas das taxas de juro afetaram também os depósitos a prazo e há alguns bancos com taxas de depósito iguais a zero, ou seja, aplica dinheiro nos bancos, mas não tem retorno.

2. As taxas vão continuar baixas.
As recentes estimativas do Banco Central Europeu, por exemplo, apontam para que as taxas de juro se mantenham baixas por muito tempo. O objectivo é aumentar o crédito e baixar os custos de financiamento.

3. Penalizações por mobilização antecipada.
No caso de precisar do dinheiro, aplicado em depósitos, antes do prazo estipulado terá penalizações (total ou parcial dos juros).

4. Comissões nas taxas promocionais.
Alguns bancos estão a optar por taxas promocionais nos depósitos a prazo para os tornar mais apelativos. Contudo, estas taxas de juro duram por prazos reduzidos e podem não compensar a abertura de mais uma conta bancária e consequente aplicação de comissões de manutenção, por exemplo.

5. Novas regras bancárias trazem mais riscos para quem aplica dinheiro em depósitos a prazo, pois, desde o início do ano, estes poderão ser invocados para ‘resgatar’ os bancos com problemas financeiros (ainda que continue a existir a proteção do Fundo de Garantia de Depósitos).

6. Opções no mercado com melhor rentabilidade.
Outro bom motivo para não fazer um depósito a prazo: emprestar dinheiro ao Estado, através de Certificados de Aforro, por exemplo, é hoje muito mais rentável que aplica-lo em depósitos a prazo. Estes, não tendo taxas de juro muito altas, sempre são mais apelativos e o risco é ainda menor.

7. É preferível amortizar a dívida.
Manda o bom senso e os especialistas financeiros que quem tem algum dinheiro de lado (e não deverá precisar dele no futuro) o utilize para amortizar antecipadamente os seus créditos. A taxa de retorno é alta, não paga impostos, nem tem riscos.

8. Normalmente, obriga à aplicação de bons depósitos (aplicar muito dinheiro e/ou com prazos alargados) para conseguir também boas taxas de juro.

9. Investimento sujeito a IRS.

10. Geralmente está impossibilitado de efetuar reforços aos depósitos a prazo.
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