AUMENTe AS sUAS PROBABILIDADES DE ARRANJAR EMPREGO!

4 (bons) motivos para nunca mentir no CV

Devia ser óbvio, mas porque nunca é demais reforçar fique com alguns motivos muito fortes para nunca mentir no CV.

4 (bons) motivos para nunca mentir no CV
Por mais forte que seja a tentação de “embelezar” o seu CV com uma outra “mentirinha”, para bem da sua carreira, o melhor é resistir.

“A mentira tem perna curta”! “Mais depressa se apanha um mentiroso do que um coxo”! São apenas algumas das frases usadas sabedoria popular (porque há mais) que alertam para os perigos da mentira. E porque falamos disto aqui?! Simples, porque ao contrário do que possa pensar são muitos os candidatos que mentem nos seus Curricula Vitae (CV). É certo que (nas suas cabeças) é uma “mentirinha básica” para “embelezar” os seus CV’s e que não tem consequências, mas aí é que se enganam. Mentir no CV tem consequências e não são nada agradáveis para quem cai esse erro.
 

4 Razões para “não cair em tentação” de mentir no CV

Num mercado competitivo, como o atual, todos os candidatos querem destacar-se e alguns enveredam pelo caminho errado e “exageram” nas suas competências, dizem ter algumas que na realidade não têm, acrescentam falsas referências ou referências sem consentimento e há até quem minta sobre as suas qualificações académicas.

Parece mentira, não é? Mas não, é mesmo verdade. Há quem minta no CV na ânsia de conseguir aquele emprego que tanto ambicionam. Só para ter uma ideia, segundo as estatísticas mais de 60% dos candidatos mentem na candidatura de emprego ou até durante a entrevista. 

Mentir no CV é, de facto, mais comum do que possa pensar. Mas esta prática, não só não é nada ética como incorre em muitos riscos para o candidato que o faça. Por isso, se alguma vez se sentiu tentado a “adornar” o seu CV com alguns dados que não correspondem à verdade para chamar a atenção dos recrutadores, o melhor é pensar duas vezes. É que mentir no CV pode ser meio caminho andado para não ser selecionado ou até para ser despedido.

E se precisa de mais argumentos para não o fazer, eles aqui estão.
 

1. Mais tarde ou mais cedo será descoberto

Pode até ser selecionado e achar que saiu impune, mas acredite que a curto ou longo prazo será “apanhado”. Pense. O mundo do recrutamento é um mundo muito pequeno onde todos conhecem alguém que conhece alguém. E depois o mais certo é o seu recrutador procurar saber mais sobre si, seja através das suas presenças nas redes sociais (como o LinkedIn), através das suas (pelo menos supostas) referências ou até do seu trabalho. Se tem algo no seu CV que não corresponde a verdade, ele vai acabar por saber e – acredite – não vai gostar. E isso pode fazer com que não seja selecionado ou (pior) que seja despedido.

 

2. Pode ficar com o emprego mas não tem as competências

Ok, disse que tinha experiência numa determinada área, tem uma lista de competências fenomenal e até foi selecionado e ficou com o emprego. Mas quando começar a trabalhar o seu recrutador espera que esteja capacitado para fazer um determinado trabalho e a verdade é que mentiu e não está. E agora? Quanto tempo acha que vai aguentar-se no lugar se o seu recrutador perceber que afinal não é o candidato ideal para o lugar?! Pode até achar que aprende com o tempo (e pode aprender) mas o seu recrutador não vai gostar e saber que lhe mentiu.

 

3. Vai danificar a sua reputação e comprometer a sua carreira

Mentir no CV vai ter consequências. Mais cedo ou mais tarde, mas vai. E a pior delas todas será a mancha que vai deixar na sua reputação. Como dissemos antes, o universo do recrutamento é pequeno e estas informações correm depressa. O único prejudicado será você e a sua carreira.

 

4. Pode trazer-lhe problemas legais

Claro que aqui depende da gravidade da mentira, mas em certos casos (e em certas profissões) pode dar origem a processos legais.

 

Não minta!

Mentir no CV é uma boa ideia? Pelos motivos que listamos anteriormente, claramente que não. 

Aqui fica o conselho: faça o que fizer, nunca – mas nunca mesmo – minta no seu CV. O melhor mesmo é ser escolhido pelo seu real valor e mérito.


Veja também: