AUMENTe AS sUAS PROBABILIDADES DE ARRANJAR EMPREGO!

Não entrei na universidade. Soluções?

Sim, “não entrei na universidade” mas há soluções. Nós apresentamos 5.

Não entrei na universidade. Soluções?
5 soluções

“Não entrei na universidade”. Para alguns jovens será esta a realidade nos dias que correm. No entanto, há alternativas e com boas perspectivas.

Todos os anos é o mesmo cenário. Por algumas décimas não se consegue entrar no curso, na universidade ou no instituto politécnico pretendido. A frase “não entrei na universidade” é pronunciada por muitos jovens que vêem os seus sonhos adiados. Não há motivos para entrar em desespero, porque há soluções que podem abrir novas janelas de oportunidade.

Apesar do projecto universidade ficar em stand-by, deve manter-se a aposta na formação e na aquisição de competências. Afinal é essencial investir na área profissional que se quer seguir. Com uma boa pesquisa encontram-se opções para ocupar o tempo de uma forma útil até apresentar nova candidatura. O importante é manter-se activo e focado nos seus planos iniciais.

Línguas, voluntariado, informática, novas tecnologias… São muitas e variadas as áreas a que se pode dedicar. Será um 2 em 1: ocupa o seu tempo e simultaneamente aprende algo novo. Não acredita? Leia o nosso artigo e comprove que é possível tirar vantagem de uma paragem ‘forçada’.


5 soluções depois de não entrar na universidade


1. Certificar competências

O mais certo é dominar o básico das tecnologias de informação. Mas será que tem um documento a comprová-lo? Porque não obter o seu Diploma de Competências Básicas em Tecnologias de Informação? Trata-se de um certificado reconhecido pela Fundação para a Ciência e Tecnologia, atribuído após a realização e aprovação de um exame, em instituições reconhecidas.



2. Apostar na formação tecnológica

Os cursos de especialização tecnológica (CET) são uma boa opção para quem quer investir numa componente mais prática, desenvolvendo competências específicas. Esta formação pós-secundária, não superior, confere um diploma de especialização tecnológica. Os alunos têm aulas, numa primeira fase, e depois uma experiência profissional (estágio).



3. Estudar línguas

Num mercado cada vez mais global, o domínio de idiomas é essencial. O inglês ocupa o topo das preferências mas há outras línguas que pode e deve aprender. Espanhol, mandarim, árabe, russo, alemão podem ser uma mais-valia importante na hora de contratar. Há uma grande oferta de escolas e institutos, preços para todos os bolsos e alguns cursos até são gratuitos.



4. Ajudar os outros

“Não entrei na universidade. Vou aproveitar para fazer voluntariado”. Porque não? Cá dentro ou além-fronteiras, ajudar a desenvolver projectos locais, com carácter social, educativo e cultural, é uma excelente estratégia. À experiência de vida soma a experiência prática. É a oportunidade para alargar horizontes e empreender.



5. Fazer um gap year

Traduzido simplesmente como um ano de intervalo, o Gap Year não é nada mais do que uma pausa (um ano lectivo ou 12 meses) na vida quotidiana, para embarcar numa ‘aventura’, normalmente no estrangeiro. Reflexão, voluntariado, trabalho, estágio, turismo. Os objectivos variam de pessoa para pessoa mas todos voltam mais ‘crescidos’ e independentes. Experimente!

Veja também: