Diz palavrões no local de trabalho? A ciência está consigo

Morde a língua e conta até dez, várias vezes ao dia, para não deixar sair os palavrões? Não se segure mais, a ciência diz que só lhe faz bem.

Diz palavrões no local de trabalho? A ciência está consigo
A ciência está do seu lado

São vários os estudos que comprovam que dizer palavrões faz bem à saúde e não só, pois reduzem o stress e aliviam a ansiedade, deixando as pessoas menos nervosas em ambientes sociais. E, acredite, não está sozinho. São várias as pessoas que recorrem à terapia do palavrão.

Dizer palavrões reduz o stress

A Wrike, uma empresa americana de gestão de software, inquiriu 1.542 trabalhadores sobre os seus hábitos no uso de palavrões. Mais de metade dos entrevistados admitiram dizer palavrões no local de trabalho e confirmaram que os seus colegas também o fazem. No entanto, em relação às colegas do sexo feminino, são os homens que o fazem com mais frequência.

E agora vamos aos dados científicos, segundo um estudo da Universidade de East Anglia, em Norwich, na Inglaterra, dizer palavrões pode reduzir o stress e aumentar a motivação e a camaradagem no local de trabalho. Também cientistas da Universidade de Psicologia da Nova Zelândia confirmaram, de acordo com um estudo realizado, que dizer asneiras faz bem à saúde, aliviando o stress e a ansiedade.

É mais inteligente?

Dizer palavrões pode também significar que é mais inteligente que a maioria. Não acredita? Um estudo sobre o tema publicado pela revista Language Sciences afirma que dizer asneiras é sinal de fluência e inteligência verbal.

Timothy Jay, investigador do departamento de Psicologia da Universidade de Massachusetts e autor do estudo publicado, diz que “é ainda sinal de inteligência emocional saber como e quando usar estas palavras”. Ou seja, tal como em tudo na vida, para dizer palavrões também há horas e locais apropriados.

Recorra ao uso dos palavrões entre colegas de trabalho, mas guarde as asneiras para si quando estiver com clientes ou com pessoas externas à empresa. Com as chefias, o ideal é ponderar e, já sabe, o “seguro morreu de velho”, por isso, “nem sempre, nem nunca”.

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