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Problemas financeiros: 6 alertas vermelhos

Os problemas financeiros podem ser uma grande dor de cabeça. A conta bancária dá sinais de alerta e é preciso tê-los em conta para evitar situações graves.

Problemas financeiros: 6 alertas vermelhos
O cartão de crédito deve ser usado com critério

Qualquer pessoa pode, em algum momento da vida, deparar-se com problemas financeiros. As incertezas da economia podem ter impacto na vida de famílias que tinham contas equilibradas e estavam longe de incumprimentos.

Porque todos estamos sujeitos a problemas financeiros, é importante saber detetá-los. Os sinais vão aparecendo no extrato bancário e não se deve negligenciá-los, pois o risco é elevado.

Damos a conhecer 6 alertas vermelhos que podem revelar problemas financeiros. A questão é séria e, se não for assumida prontamente, pode tornar-se uma bola de neve, cujas dimensões podem ser assustadoras.

6 sinais de problemas financeiros a que deve estar atento


Uma pessoa está perante problemas financeiros quando os rendimentos não chegam para o volume de despesas. É frequente recorrer a crédito para solucionar essas dificuldades. Contudo, se não tiver cuidado e se não fizer uma boa gestão, os problemas financeiros avolumam-se.

Os 6 alertas vermelhos de problemas financeiros que aqui deixamos são um aviso. Rever-se nestes alertas significa que deve mudar imediatamente a sua conduta.

erros financeiros

Contas em atraso

Ter contas em atraso é um alerta vermelho. Os rendimentos já não chegam para cumprir com as obrigações e começam a acumular-se faturas por pagar. Este é um sinal claro de problemas financeiros. É importante ter cuidado para não entrar numa espiral de endividamento.

Empréstimo para pagar contas

Contrair um empréstimo para pagar contas é apenas uma forma de avolumar os problemas financeiros. O rendimento mensal deixou de colmatar as despesas e agora há ainda um empréstimo a pagar, com juros.

Pedir crédito é uma solução procurada por muitas pessoas, mas exige cuidados. O ideal é cortar o mais possível nas despesas e pagar o mais rapidamente possível esse empréstimo.

Caso os problemas financeiros não tenham solução à vista, converse com o seu gestor de conta e procure encontrar soluções que não agravem o problema.

Sem dinheiro para o básico

Não ter dinheiro para o básico significa já não ter dinheiro para comprar comida até ao final do mês, responder a necessidades que possam surgir, como consultas médicas e medicamentos, pagar despesas de educação, etc.

Este é um alerta vermelho que não deverá ignorar. Quando se está a viver este problema é porque houve um descontrolo de despesas. Evite o endividamento e procure soluções para aumentar o rendimento.

Não ter poupanças

O rendimento mensal não deve ser todo gasto ao longo do mês. É importante ter sempre uma reserva, deixar de lado algum dinheiro, mesmo que seja uma pequena quantia. Situações inesperadas podem surgir e depois não há dinheiro para lhes fazer frente.

Fazer uma cuidadosa gestão do dinheiro é essencial para viver com mais tranquilidade. Mesmo que só possa colocar de lado uma pequena quantia por mês, é melhor que nada. Essa poupança vai crescendo todos os meses e é uma segurança para qualquer emergência.

Pagar com cartão de crédito

Atirar os problemas financeiros para a frente não é solução, pois estes estarão sempre lá. Quando o dinheiro não chega para as despesas, é muito comum começar-se a pagar compras com cartão de crédito. Nestes casos, os problemas financeiros crescem. Não estão a ser cumpridas as obrigações com o rendimento fixo e os juros do cartão de crédito são mais uma despesa.

O cartão de crédito deve ser usado com parcimónia e só em casos em que, após as devidas ponderações, se comprove que é a melhor solução. O uso indevido de cartão de crédito aumenta os problemas financeiros, não os soluciona.

Rendimentos congelados

Caso os seus rendimentos fixos mensais estejam estagnados, é melhor não aumentar as despesas. Aliás, convém ter em conta se a inflação aumentou, pois nesse caso os rendimentos já não valem o que valiam, ou seja, já não compram o que compravam. Para evitar problemas financeiros, terá de ajustar as suas despesas ao congelamento ou quebra dos rendimentos fixos.

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