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Profissões em vias de extinção

São várias as profissões em vias de extinção que outrora empregaram milhares de portugueses. Umas perderam utilidade, outras foram ultrapassadas pelos tempos modernos.

Profissões em vias de extinção
Ocupações profissionais que já não são o que eram.

São cada vez mais as profissões em vias de extinção. Os tempos mudaram e algumas profissões deixaram simplesmente de ser necessárias. Para além disso, algumas destas profissões em vias de extinção têm um rendimento muito baixo o que, nos dias que correm, não será suficiente para sustentar uma família.
 
Curiosamente, algumas das profissões em vias de extinção estão agora a voltar como é o caso dos polícias sinaleiros em Lisboa e no Porto, os sapateiros graças ao aumento da exportação, as costureiras com o aumento de marcas de roupa para crianças e, numa alternativa à falta de emprego nas suas áreas de formação, muitas pessoas voltaram aos campos e desenvolveram projetos na agricultura.
 

8 profissões em vias de extinção

 

1. Engraxador

Na praça de todas as vilas portuguesas lá estava o engraxador de sapatos. Hoje em dia, muito porque o calçado também mudou e já não requer tantos cuidados, cada vez menos são os engraxadores nas nossas ruas.
 

2. Guarda-soleiro

Já são muito poucos mas ainda os há. Para quem não sabe, o guarda-soleiro fabrica, vende e conserta guarda-sóis e guarda-chuvas. Numa época em que tudo se tornou descartável, quando um guarda-chuva se estraga é logo substituído ao preço da chuva.
 

3. Portageiro

Com a chegada do sistema de Via Verde e de algumas máquinas automáticas para cobrar as portagens, cada vez são menos os portageiros nas nossas autoestradas.
 

4. Resineiro

Portugal já foi o maior exportador de resina do mundo, hoje em dia, são cada vez menos e mais velhos os resineiros no país. A concorrência de outros países levou a que os profissionais diminuíssem, contudo, a tendência parece começar a inverter mas esbarra na falta de mão de obra.
 

5. Alfaiate

Uma profissão que foi passando de pais para filhos mas que se foi perdendo ao longo dos tempos. São poucos os que recorrem aos fatos por medida, uma arte que exige muito detalhe para um resultado perfeito o que aumenta significativamente o preço quando comparado com lojas de pronto a vestir.
 

6. Barqueiro

Nas terras banhadas por rios, eram muitos os barqueiros que faziam a passagem para o outro lado. Muitos casamentos se fizerem do lado de lá da margem. Hoje, ainda há quem saiba “atravessar” mas as viagens diminuíram. 
 
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7. Merceeiro

Os grandes hipermercados já chegaram a quase todas as terras portuguesas, ainda que nas suas versões mais pequenas. Para os pequenos comerciantes, é quase impossível competir com os preços e variedade desta concorrência e os clientes vão diminuindo.
 

8. Amolador

O som não se esquece e ainda se ouve em algumas cidades portuguesas mas já não é tão frequente. No passado, qualquer lâmina a precisar de ser afiada chegava às mãos do amolador, agora usam-se afiadores caseiros ou substituem-se as facas e tesouras por novas.
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