Reforma: 6 erros que não pode cometer

Conseguir poupar para ter uma boa reforma implica evitar alguns erros comuns. Conheça seis erros que não pode cometer na poupança para a reforma. 

Reforma: 6 erros que não pode cometer
Não arruine a sua reforma.

Todos desejam ter uma boa reforma. No entanto, se pretende manter o nível de vida e ter uma reforma aceitável, tem de pensá-la muito antes de se aproximar da idade legal para a reforma. Além disso, é fundamental não cometer alguns erros comuns que, muitas vezes, acabam por arruinar a reforma. Conheça seis erros que não pode cometer na poupança para a reforma.
 

6 erros que não pode mesmo cometer para garantir uma boa reforma

1. Não começar a pensar na reforma bem antes de se aproximar da idade da mesma. Quanto mais cedo começar a pensar na reforma e a poupar melhor. Além de obviamente permitir juntar mais dinheiro, consegue-o com menor esforço pois este será diluído por vários anos.
 
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2. Não planear atempadamente e criteriosamente a reforma. É fundamental ter um plano para a reforma assente em estimativas, o mais reais possível (considerando imprevistos), de quanto vai precisar de poupar e em metas de poupança verossímeis, através de um bom orçamento familiar).

3. Acumular dívidas ou viver acima das possibilidades. Alguns créditos são essências para grande parte dos portugueses adquirir bens essenciais, como habitação própria ou automóvel, mas um nível de endividamento exagerado vai arruinar as possibilidades de ter uma reforma aceitável. O mesmo se aplica para quem vive acima das possibilidades, com padrões de consumo demasiado elevados. Lembre-se que a reforma que receberá da Segurança Social será necessariamente inferior ao vencimento que recebe atualmente.

4. Não aplicar o dinheiro ou investir erradamente. Aplicar o dinheiro num bom instrumento financeiro com, por exemplo, uma taxa de juro que possibilite, no mínimo, compensar a evolução da inflação permite-lhe alcançar mais rapidamente o objetivo final de poupança e com menor esforço. Por outro lado, investir em produtos financeiros desadequados ao seu perfil ou sem o total conhecimento do produto em que está a investir também pode não permitir o retorno/objetivo desejado. Temos algumas dicas para investir para a reforma.

5. Não considerar a inflação (acompanha a mesma através da correção do valor de contribuição que paga anualmente), comissões de subscrição e os impostos inerentes aos instrumentos financeiros onde aplica o seu dinheiro.

6. Abandonar o plano de poupança. Vicissitudes inesperadas, como o desemprego ou rendimentos mensais inferiores, podem levá-lo a abandonar o seu plano de reforma retirando, por exemplo, as suas aplicações. No entanto, a menos que a necessidade momentânea de capital não lhe deixe outra alternativa, não o deve fazer. Pondere inicialmente o nível de risco das suas aplicações, optando por ativos de menor risco. Faça uma reavaliação ao seu planeamento inicial de investimento.

 
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