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Os salários dos líderes mundiais: o top dos tops

Fique a saber quais são os salários dos principais líderes mundiais. Entre os mais previsíveis há também algumas surpresas.

 Os salários dos líderes mundiais: o top dos tops
Com surpresa, Singapura lidera este ranking.

Alguma vez parou para pensar nos salários dos líderes mundiais? Ou qual o Presidente que tem o salário mais elevado? Se não o fez houve quem fizesse como o Business Insider, que compilou e divulgou recentemente a listagem dos líderes mundiais com os salários mais altos do mundo.
 

Top 13

Descanse, Portugal não aparece neste ranking (pelo contrário, consta do top dos líderes com os salários mais baixos). Mas se achava que eram os Estados Unidos da América (EUA) que encabeçavam a lista, também está errado. Segundo os dados do Business Insider esse lugar pertence nada mais, nada menos que à Singapura.
 
Conheça agora o Top 13 dos líderes mais influentes da cena política mundial, onde não faltam alguns dos principais nomes europeus.
 

1. Lee Hsien Loong, Primeiro-ministro de Singapura

Com um salário atual de 1 700 000 dólares (mais de 1 500 000 €) Primeiro-ministro de Singapura, aufere mais do que qualquer outro líder mundial, inclusivamente o Presidente do seu próprio país.
 

2. Barack Obama, Presidente dos EUA

The American Dream (em português: o sonho americano) não podia faltar. Barack Obama não ficou no primeiro lugar do top, mas está lá perto. O Presidente norte-americano recebe um salário anual de 400 000 dólares (cerca de 364 000 €), o dobro daquilo que recebia o seu antecessor, George W. Bush, em 2001.
 

3. Stephen Harper, Primeiro-ministro do Canadá

260 000 dólares (mais de 236 000 €) anuais é quanto recebe o Primeiro-ministro do Canadá.
 

4. Angela Merkel, Chanceler da Alemanha

Nas luzes da ribalta da cena política mundial, a Chanceler Alemã também integra o ranking dos líderes mundiais com os salários mais elevados. Por ano aufere – e agora invertemos a moeda – 216 000 € (cerca de 234 000 dólares). E segundo dados governamentais, tanto Angela Merkel como os seus ministros foram agraciados com um aumento salarial de 2,2% no início de março.
 

5. Jacob Zuma, Presidente da África do Sul

Segue-se o Presidente sul-africano, com um salário anual que ronda os 223 500 dólares (mais de 200 000 €).
 

6. David Cameron, Primeiro-ministro do Reino Unido

O Primeiro-ministro britânico é o segundo nome europeu da listagem, com um salário de 214 800 dólares anuais (mais de 195 000 € - dos quais cerca de 90 000 € correspondem ao vencimento de membro do parlamento).
 

7. Shinzo Abe, Primeiro-ministro do Japão

202 700 dólares (mais de 184 000 €) é quanto recebe o Primeiro-ministro nipónico.
 

8. Recep Tayyip Erdogan, Presidente da Turquia

O próximo da lista é o Presidente turco, com um salário total de 197 400 dólares (aproximadamente 179 800 €).
 

9. François Hollande, Presidente da França

Depois de Angela Merkel e David Cameron, eis que surge outro dos principais nomes da política europeia, François Hollande. O Presidente francês recebe 194 300 dólares anuais (mais de 170 00 €) e só não ocupa uns lugares mais acima, graças aos cortes salariais de 30%, que introduziu em 2012.
 

10. Vladimir Putin, Presidente da Rússia

Foi notícia já este mês ao anunciar cortes salariais de 10%, numa altura em que o país enfrenta uma das piores crises económicas. Mas nem os cortes o afastam da lista dos salários mais elevados. Por ano o Presidente russo recebe 136 000 dólares (cerca de 124 000 €).
 

11. Matteo Renzi, Primeiro-ministro da Itália

É um dos líderes mais jovens, mas em termos salariais não se fica atrás dos mais velhos. O Primeiro-ministro italiano, ganha por ano 124 600 dólares (mais de 113 000 €).
 

12. Dilma Rousseff, Presidente do Brasil

120 000 dólares (cerca de 109 000 €) é quanto ganha a presidente do Brasil.
 

13. Narendra Modi, Primeiro-ministro da Índia

O último da lista é o primeiro-ministro indiano que recebe uns “modestos” 30 300 dólares (aproximadamente 27 000 €).
 
É caso para dizer que se ser líder político tem os seus "senãos", os salários auferidos podem – de certa forma – compensar.
 
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