Como avaliar a sua saúde financeira pessoal

Tem a noção real de como estão as suas contas ou do seu agregado familiar? Saiba como avaliar a saúde financeira pessoal.

Como avaliar a sua saúde financeira pessoal
Em 4 passos.

Gerir um orçamento faz parte do dia-a-dia de qualquer agregado familiar, mas já alguma avaliou, criteriosamente, a saúde financeira pessoal? Habituamo-nos a pagar mensalmente os créditos da casa e carro, a gerir os rendimentos obtidos profissionalmente, a cobrir despesas fundamentais (alimentação, água, electricidade, etc.) e, em alguns casos, até a poupar uma parte para as férias ou outro objetivo pessoal, mas nem sempre juntamos todas essas variantes, nem temos a noção real de quanto pesam no nosso orçamento. No entanto, saber exatamente para onde vai o dinheiro é fulcral para quem pretende ser bem-sucedido financeiramente. Saiba como avaliar a saúde financeira pessoal.
 

1. Identificar e mapear os rendimentos e despesas mensais

É o primeiro passo de qualquer orçamento familiar. O ideal é anotar diariamente os seus rendimentos (ou do agregado familiar), ou seja, todo o dinheiro que recebe (receitas), e as despesas, ou seja, tudo o que tem de pagar. Só depois de retirar o valor das despesas ao saldo dos rendimentos é que pode ter a noção do peso de cada uma no seu orçamento, sendo um bom indicador para a saúde financeira pessoal. Pode recorrer, se assim entender, às variadas aplicações existentes no mercado para gerir um orçamento familiar.

 

2. Calcule e avalie o seu rendimento líquido e a sua situação líquida

Ao calcular a diferença entre as receitas e os rendimentos obtém o seu rendimento líquido. No entanto, para saber a sua real situação líquida deve, ainda, incluir na equação todos os seus ativos, passíveis de ser vendidos, para saber até que ponto pode pagar os seus passivos, ou seja, dívidas. Basta subtrair o passivo aos ativos para obter o seu saldo líquido. A partir daqui pode, também, saber qual a sua liquidez (ativos líquidos – passivos líquidos).

 

3. Determine o peso de todas as dívidas

Trata-se de avaliar a “famosa” taxa de esforço do agregado familiar (ou individual), ou seja, qual a percentagem do rendimento familiar (individual) reservada ao pagamento de créditos (dívidas). Se o peso dos seus créditos ultrapassar os 40% deve começar, imediatamente, a reduzir essa percentagem a bem da sua saúde financeira.

 

4. Avalie quanto poupa e estime o seu potencial de poupança

Contabilize quanto costuma poupar habitualmente, por mês. Por outro lado, percebe se ainda pode poupar mais. Se não poupa deve começar a fazê-lo o quanto antes. Estabeleça metas de poupança no início de cada mês. 

Depois de agregar todas a variantes mencionadas poderá ter uma ideia de como vai a sua saúde financeira e como a pode melhorar. 


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