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Seguro de Saúde – Erros comuns a evitar

Escolher o seguro de saúde adequado para o proteger a si e a sua família em caso de doença requer alguma análise e evitar alguns erros muito comuns. Saiba quais.  

Seguro de Saúde – Erros comuns a evitar
Os erros mais comuns que deve evitar ao escolher o seguro de saúde.

Se está decidido a adquirir um seguro de saúde que o proteja, tanto a si como aos seus familiares, em caso de doença, trate de analisar bem as ofertas disponíveis e assegure-se que evita cair em determinados erros comuns na escolha do serviço adequado.
Um seguro de saúde ajustado ao seu perfil é também uma excelente opção para obter cuidados de saúde de qualidade, evitando as listas de espera habituais no Serviço Nacional de Saúde (SNS).
 

7 erros comuns a evitar antes de contratualizar um serviço de saúde

 

1. Escolher o seguro de saúde exclusivamente pelo preço

A avaliação do custo total de um seguro de saúde deve estar diretamente relacionada com o valor (não mensurável) da apólice e suas coberturas associadas. O preço é importante, mas o seguro de saúde mais barato não significa, por si só, o melhor negócio. O melhor seguro é aquele que cobre todas (ou a maior parte) das suas necessidades ao preço que você pode pagar.
 

2. Adquirir um serviço desadequado

O mercado de seguros de saúde é vasto, mas os seguros não são todos iguais pois as coberturas, um dos seus aspetos mais importantes, variam. Avalie adequadamente o seu caso e analise o mercado e só depois faça a sua escolha. Precise quais as coberturas indispensáveis a si e à sua família e as dispensáveis. Por exemplo, se não pensa ter filhos pode excluir a cobertura de parto que iria agravar o prémio do seguro.
 


3. Escolher o seguro com base em coberturas acessórias

Uma das tentações é a de escolher o seguro com base nas coberturas “secundárias” que este traz associada, especialmente nos chamados pacotes alargados, mas normalmente os limites para estas despesas são diminutos e as franquias altas. Por exemplo, a cobertura em estomatologia associada a um seguro de saúde, em determinados tratamentos mais avultados, pode não compensar relativamente a um complemento de seguro dentário agregado ao seu seguro de saúde.
 

4. Não verificar se o seu médico faz parte do sistema que subscreve

Em alguns tratamentos ou doenças é fundamental para o segurado ser acompanhado pelo médico ou hospital que o acompanha habitualmente. Verifique se o seu médico faz parte da rede do serviço que está a contratualizar.
 

5. Não prestar atenção ao plafond

Os seguros de saúde têm limites de plafond anuais por especialidade, conheça-os detalhadamente e certifique-se que os limites se adaptam ao seu caso, ou seja, cobrem os seus custos previstos por especialidade.
 

6. Ignorar o período de carência

Contratualizar um seguro de saúde não significa que o pode utilizar de imediato. Só pode utilizar os serviços, exceto (normalmente) nos acidentes, após determinado período de carência (espera) que é variável. Equacione esse facto, por exemplo, se pretende ter um filho e quer usufruir do serviço no parto para que o período de espera não ultrapasse a data prevista do mesmo.
 
Veja também: Seguro de saúde sem período de carência.
 

7. Não aproveitar os benefícios fiscais do seguro de saúde

Ainda existe quem desconheça que os prémios do seu seguro de saúde, que cubram exclusivamente riscos de saúde (ou seja, não agregados a outros) podem ser dedutíveis, concretamente em 10%, com um limite de 50€ por contribuinte (ou 100€ para casados). Existe também um acréscimo de 25€ por dependente.
 

A sua vida em primeiro lugar! Subscreva um Seguro de Saúde feito à sua medida.


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