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Todos os Carros do Ano desde 1968: lista completa

Fomos pesquisar todos os carros do ano desde sempre e esta é a lista completa. Surpreenda-se com os modelos que já foram considerados os melhores da Europa.

Todos os Carros do Ano desde 1968: lista completa
A lista de carros do ano desde 1968

Desde 1968, a tradição ainda é o que era: o troféu de carro do ano é entregue ininterruptamente há 50 anos e, desta vez, em 2018, o prémio foi entregue ao Volvo XC40. Neste artigo trazemos todos os Carros do Ano desde sempre.

Prepara-se para uma viagem no tempo com diversos modelos que conquistaram este título e um lugar no coração dos apaixonados pelos motores e pelas quatro rodas.

Todos os Carros do Ano desde sempre: 5 décadas de história automóvel

Em 2018 foi o Volvo XC40 que conquistou este galardão. Assim sendo, foi a segunda vez consecutiva que um SUV venceu este prémio (depois do Peugeot 3008 ter conquistado o troféu o ano passado).

A história deste prémio Carro do Ano remonta a 1964. Desde então, este galardão é entregue na abertura do Salão Automóvel de Genebra. Todos os fãs do universo automóvel estão de olhos postos neste galardão, considerado por muitos como sendo um dos mais importantes de todo o mundo.

Por agora, trazemos a lista completa de todos os Carros do Ano desde sempre, entregues ao longo dos últimos 54 anos. Está preparado? Aperte bem o cinto, esta promete ser uma viagem alucinante.

Carros do Ano da Europa: década de 60

1964: Rover 2000

 

Quando foi anunciado, em 1963, gerou uma enorme curiosidade entre os especialistas da matéria. Nesse mesmo ano, em novembro, os jornalistas da revista “Motor Sport” testaram este modelo e garantiram que era uma autêntica revelação com uma boa performance em estrada. Dito e feito: o prémio de Carro do Ano na Europa foi entregue uns meses mais tarde.

1965: Austin 1800

A história deste modelo leva-nos até a Austrália, onde começou a ser produzido. Com motor de seis cilindros e 2227 cm3, debitava uma potência de 115 cv. Este modelo foi produzido até 1975 e lançou para o mercado pouco mais de 200 mil unidades.

1966: Renault 16

Chegou, viu e venceu (literalmente). O chassis de tracção dianteira, a colocação dos motores em posição central dianteira e a caixa de velocidades em alumínio levaram este modelo ao estrelato.

1967: Fiat 124

Com cerca de quatro metros de comprimento e 2,42 m entre os eixos, chegou com motor dianteiro de quatro cilindros em linha e tração traseira. Chegava aos 140 km/h à conta do motor de 187 cm3 e 60 cv (uma novidade para a época).

1968: NSU Ro 80

 

Foi o segundo carro a ser produzido em série e que utilizou o motor “Wankel”. Bastante aerodinâmico, possuía um sistema de transmissão avançado para a época à conta do Motor Wankel de 84 Kw e 995 cc. Contava com tração às rodas dianteiras através de transmissão semiautomática com um sistema de vácuo. Foram lançadas 37.398 unidades ao longo dos 10 anos de produção deste modelo.

1969: Peugeot 504

Eleito Carro do Ano na Europa no final da década de 1960, este modelo tem a mais longa carreira de todos os Peugeot: 3.700.000 exemplares colocados em circulação até 2006. Foi concebido para clientela burguesa, mas graças à sua resistência imbatível tornou-se um sucesso nas estradas africanas e sul-americanas.

Carros do Ano da Europa: década de 70

1970: Fiat 128

Foi apresentado ao mundo em 1969 como sendo o sucessor do modelo 1100 e permaneceu em produção até 1985. Vendido nas versões de duas, três e quatro portas, o motor foi unido a uma caixa de quatro velocidades. Com esta motorização, o 128 alcançava uma velocidade máxima de 135 km/h e consumia cerca de 8 litros por 100 km.

1971: Citroën GS

O design do Citroën GS é obra de Robert Opron e chegou ao mercado com linhas fluidas, faróis em formato de trapézio, três janelas laterais e capot em cunha. O modelo dispunha de transmissão manual e transmissão semiautomática, tração dianteira, a famosa suspensão hidropneumática e motores até 1299 cc.

1972: Fiat 127

Este modelo nasceu em 1971 e contou com três gerações do modelo. A versão Sport saiu com um motor mil de cilindrada e com capacidade de garantir uma potência de 70 cv. Em 1975 foi o carro mais vendido na Europa, ficando à frente dos principais concorrentes: Volkswagen Polo, Citroën 2cv e o Renault 5.

1973: Audi 80

Foi com este modelo que começou a história de outro modelo mítico da marca alemã: o A4. Quando o mercado conheceu a primeira geração, em 1972, depressa conquistou um lugar no pódio das berlina de referência.

1974: Mercedes-Benz Classe S

 

Um carro de luxo que tem conquistado fãs ao longo dos anos. “S”, Sonderklasse, significa “Classe Especial” em alemão. É um topo de gama que continua a percorrer as estradas de todo o mundo há mais de 60 anos.

1975: Citroën CX

É um topo de gama que transportou ministros e presidentes de muitas nações europeias. O CX estreou as motorizações turbodiesel na Citroën e trouxe uma nova suspensão hidropneumática.

1976: Simca 1307 / Chrysler Alpine

É, talvez, o vencedor mais improvável desta lista. Chegou ao mercado sob as mais variadas nomenclaturas: Simca 1307, 1308, 1309 ou, ainda, Chrysler Alpine no mercado britânico. Foi produzido sob o cognome “C6” e chegou com uma gama de duas motorizações: 1294 cc de 68 cv, e ainda 1442 cc de 82 cv.

1977: Rover SD1 / Vitesse

Inspirado nos desportivos da época, o SD1 reinventou a berlina executiva da década de 1970, acrescentando uma quinta porta (hatchback). Ao longo de uma década apresentou várias versões e motores e fez as delícias de vários amantes das quatro rodas.

1978: Porsche 928

Com linhas modernas e originais para o seu tempo, este GT chegou munido de suspensão traseira com dupla triangulação, motor à frente e caixa montada junto do diferencial. Com uma velocidade máxima de 240 km/h, vinha com opção entre a caixa manual de cinco velocidades ou a automática de três velocidades.

1979: Talbot Horizon

“Motor indestrutível” ou “motor que durava para vida” são algumas expressões utilizadas para caracterizar este modelo em alguns fóruns da especialidade. Foi produzido ao longo de 9 anos (entre 1977 e 1986) e serviu de ponto de partida para o icónico Peugeot 309.

Carros do Ano da Europa: década de 80

1980: Lancia Delta

Este modelo foi lançado em 1979 por Giorgio Guigiaro e partilhava a plataforma do Fiat Ritmo. Falamos de pequeno utilitário familiar que apresentava alguns luxos no interior. Ainda assim, o Delta é mais conhecido pela sua presença nos Ralis à conta de modelos icónicos como é o Delta HF Turbo Integrale.

1981: Ford Escort

A comemorar 50 anos desde o seu lançamento oficial (em janeiro de 1968), O Escort tornou-se um dos modelos de maior sucesso da marca americana. Com um percurso comercial que se prolongou até 2002 ao longo de seis gerações, este modelo não se limitou a deixar um impacto na gama de automóveis familiares, já que também deixou a sua marca nos Ralis, circuitos e rampas de todo o mundo.

1982: Renault 9

O Renault 9 foi apresentado ao mundo no Salão Automóvel de Frankfurt de 1981. Um modelo bastante versátil, pensado para toda a família e com custos de manutenção baixos que permitiu à Renault levar o 9 para outros pontos do mundo, tornando-o no primeiro modelo à escala global da marca francesa.

1983: Audi 100

Este modelo começou a ser produzido em 1968. A segunda geração do Audi 100 estreou os motores de cinco cilindros, um deles com 136 cv. Nessa altura, este modelo ia dos 0 aos 100 km em 9,9 segundos.

1984: Fiat Uno

 

Estávamos em 1983 quando este modelo chegou ao mercado. Foi um verdadeiro sucesso de vendas: foram produzidos mais de seis milhões de unidades que chegaram, em 1983 (ano de lançamento) com três motores a gasolina. Até 1995, o Uno conheceu, ainda, a versão Diesel e as versões de caixas automáticas.

1985: Opel Kadett

Foi em 1936, com a primeira geração do Kadett, que a Opel se lançou no segmento dos familiares compactos. Este modelo, produzido entre 1984 e 1991, foi um campeão da aerodinâmica: depois de mais de 1200 horas de afinação no túnel de vento, chegou com um coeficiente de resistência ao ar de 0,32, o melhor da categoria.

1986: Ford Scorpio

Topo de gama que chegou para substituir o Granada. Construído para competir exclusivamente no mercado premium europeu, foi o primeiro modelo a lançar o sistema ABS. Apesar do design controverso, marcou a história automóvel para todo o sempre.

1987: Opel Omega

A Opel volta a fazer história com o novo Omega. O modelo faz a sua estreia com o melhor coeficiente de resistência aerodinâmica do seu segmento: 0,28. Nos últimes meses tem-se falado no regressa deste modelo em 2019 totalmente renovado. Segundo algumas publicações da especialidade, o novo Omega chegará em formato SUV.

1988: Peugeot 405

 

Com motores a gasolina e a diesel, a versão turbo contava com 95 cv. Em tantos anos de competição, este modelo foi o que recebeu mais votos: mais de 2,5 milhões, que o colocaram à frente do Citroën AX e o Honda Prelude.

1989: Fiat Tipo

Quando chegou ao mercado, muitos disseram que este modelo era um Uno mais robusto e “musculado”. Apesar das motorizações a gasolina deixarem a desejar, chegou com um design elegante e intemporal que deixou para trás modelos como o Volkswagen Passat.

Carros do Ano da Europa: década de 90

1990: Citroën XM

Seguiu a linha estética do modelo anterior, o CX. Com suspensão Hydractive, era o mais potente da gama, em 1991 surgiu a versão Break e em 2000 dá lugar ao C5 e ao C6.

1991: Renault Clio

Este modelo veio substituir o Renault 5 (que ainda foi produzido até 1996) e chegou cum uma gama de motores bem distinta: a gasolina 1.2 L e 1.4 L E-type e a diesel 1.7 L e 1.9 L. Com um design bem atual e destemido, conquistou meio mundo e um dos galardões mais importantes do universo automobilístico.

1992: Volkswagen Golf

A história deste modelo começou em 1974. A terceira geração deste modelo surgiu em 1991 com nova ênfase na segurança e aerodinâmica: o Golf veio equipado com airbags dianteiros e tinha um coeficiente de resistência ao ar de 0.30. Foi um autêntico sucesso de vendas: 4,93 milhões de unidades vendidas.

1993: Nissan Micra

10 anos depois da sua estreia no Mercado europeu, o Micra venceu o tão desejado prémio Carro do Ano, tendo sido o primeiro carro japonês a conquistar este galardão (ainda que tenha sido produzido em terras britânicas).

1994: Ford Mondeo

 

Com 25 anos de história, o primeiro modelo surgiu em 1993. Desde então já foram vendidas mais de 4,5 milhões de unidades. A primeira geração contou com controlo de tração, Sistema de Travagem Anti Bloqueio (ABS), tinha incluído de série o airbag do condutor e o airbag de passageiro opcional e ainda veio equipado com suspensão adaptativa e direção assistida.

1995: Fiat Punto

Depois do Fiat Uno, a marca italiana voltou em grande com o Punto. Foi lançado em 1995 e chegou ao mercado com um preço acessível, uma dinâmica invejável e com um habitáculo espaçoso.

1996: Fiat Bravo

A marca italiana conquistou, com o Bravo, a sétima vitória nesta competição. O estilo arrojado e bem distinto dos restantes carros familiares de três e cinco portas deixou meio mundo desconfiado. Ainda assim, o preço, o bom desempenho do motor e o comportamento seguro em estrada fizeram com que vencesse este galardão e deixasse o Peugeot 406 no segundo posto.

1997: Renault Mégane Scenic

Em 1996 veio redefinir a história dos monovolumes compactos. Com um design atrativo, era bastante seguro, espaçoso e versátil. Manteve-se em produção até 2009 e ainda pode ser visto nas estradas portuguesas.

1998: Alfa Romeo 156

 

O 156 chegou com design apelativo e com performances entusiasmantes. Entre as inovações deste modelo, relembramos a caixa de velocidades sequencial Selespeed (herança do mundo da competição) e o sistema Common-Rail nos motores diesel.

1999: Ford Focus

É, sem dúvida, um dos modelos mais famosos da companhia americana. Com um estilo revolucionário e impactante, o Focus ganhou ainda mais notoriedade com a participação no Mundial de Ralis nas mãos de pilotos como Colin McRae ou Carlos Sainz.

Carros do Ano da Europa: década de 2000

2000: Toyota Yaris

Bastante polivalente enquando modelo utilitário, o Yaris combinava economia, fiabilidade e boas prestações. O modelo com motor a gasolina 1.0 VVTi tornou-se num sucesso para a Toyota e conquistou o prémio na viragem do milénio.

2001: Alfa Romeo 147

O novo milénio da Alfa Romeo chega com o modelo 147. Com raça desportiva, a linha em V do capô faz lembrar o 6C 2500 Villa dEste. A funcionalidade também foi um dos principais trunfos deste modelo. Com “cruise control” e o rádio com comandos no volante (para facilitar a condução), o 147 disponibilizou o sistema “Connect”, que funcionava como auto-rádio, navegador por satélite, telefone GSM, permitia acionar comandos de voz e pedidos de serviços ou assistência.

2002: Peugeot 307

Foi um autêntico sucesso. Nos primeiros dez meses desde o lançamento (em 2002), foi o quinto modelo mais vendido no mercado europeu, com 387.700 matrículas. Um dos fatores decisivos para o sucesso deste modelo é a gama de motorizações: quatro motores a gasolina (que vão desde os 90 cv aos 180 cv) e três motores Diesel HDi (com potências entre 70 cv e 136 cv).

2003: Renault Mégane

A cada nova geração, este modelo chegou para romper com a monotonia. A preço bem competitivo, chegou bem equipado e com um motor 1.9 dCi e caixa de seis velocidades.

2004: Fiat Panda

 

Este modelo chegou ao mercado, pela primeira vez, em 1980. Com mais de 7,5 milhões de unidades construídas, foi o primeiro citadino de sempre a contar com motor a diesel (em 1987). Para os fãs deste modelo, há rumores que afirmam que está a ser trabalhada uma nova geração do Panda.

2005: Toyota Prius

O sistema deste modelo, que conjuga um motor elétrico com outro a gasolina de 1.6 litros, parece ter bastado para conquistar o júri. Este sistema híbrido de propulsão, chamado de Hybrid Synergy Drive, representou um grande passo para a redução do impacto ambiental do automóvel nos dias que correm.

2006: Renault Clio

A terceira geração do modelo mais famoso da Renault venceu o galardão em 2006. Chegou com GPS, limitador de velocidade e dispunha até oito airbags. Possuía uma versão Break e foi o primeiro da sua categoria a conquistar as 5 estrelas nos testes EuroNcap.

2007: Ford S-MAX

A receita para o sucesso deste modelo da marca americana foi simples: sete lugares, flexibilidade no seu interior e linhas desportivas. Cheio de personalidade, seguro e com uma condução dinâmica, este modelo chegou para conquistar as famílias de todo o mundo.

2008: Fiat 500

 

Tem mais de 60 anos de história e, na versão mais recente, este citadino bastante económico chega nas versões Berlina e Cabrio. Com motores a gasolina 0.9 TwinAir (com potência de 85 cv ou 105 cv) e 1.2 de 69 cv, além do motor de dupla alimentação 1.2 GPL de 69 cv e 1.3 Diesel de 95 cv, o 500 chega com uma caixa de cinco ou seis velocidades.

2009: Opel Insignia

Dinâmica e espaçosa, a primeira geração deste modelo vendeu mais de 950 mil unidades. Com uma motorização assinalável, chegou bem equipado e com um preço competitivo.

Carros do Ano da Europa: década de 2010

2010: Volkswagen Polo

A quinta geração deste modelo recebeu dois prémios em 2010: Carro Mundial do Ano e Carro Europeu do Ano. Foi nesta altura que o Polo recebeu, pela primeira vez, uma transmissão DSG de dupla embraiagem e 7 velocidades.

2011: Nissan LEAF

O Nissan Leaf é um veículo 100% elétrico alimentado a partir de uma bateria de iões de lítio capaz de fornecer até 90 kilowatts (120 hp) de potência. Ao longo da primeira geração, o Nissan Leaf vendeu cerca de 300 mil unidades.

2012: Chevrolet Volt / Opel Ampera

Espaçosos, confortáveis e requintados. É assim que se apresentam estes modelos. Chegaram ao mercado com extensor de autonomia, uma novidade à época em relação aos outros veículos elétricos do mercado. Este extensor conjuga o sistema de propulsão elétrica Voltec e um motor a gasolina 1.4 com 86 cv de potência: quando a bateria atinge o nível mínimo de carga o motor entra automaticamente em ação. Com visuais atraentes e futuristas, marcaram uma época sustentável e amiga do ambiente.

2013: Volkswagen Golf

A sétima geração do Golf chegou com o chassis e a estrutura mais leves, o que não afetou a resistência e a eficácia de um dos grandes sucessos do construtor alemão. Todos os motores chegaram mais eficientes e o Golf trouxe consigo o sistema Start & Stop, o que originou uma redução média de 23% no consumo de combustível.

2014: Peugeot 308

 

Foi o quarto modelo da marca francesa a vencer este título. Robusto, com um excelente desempenho e mais eficiente do que o antecessor, a plataforma EMP2 (Efficient Modular Platform 2) permitiu que este automóvel chegasse com menos 140 quilos do que o seu antecessor.

2015: Volkswagen Passat

À oitava geração, a Passat venceu o prémio Carro do Ano na Europa. Com um design elegante e desportivo, apostou no conforto e em motorizações eficientes e bastante competentes. O consumo e as emissões de CO2 foram reduzidos até 20% e todas as versões chegaram com o sistema “Start/Stop” e o modo de travagem regenerativo.

2016: Opel Astra

Tinha tudo para vencer este galardão e foi isso mesmo que aconteceu: com uma condução bastante agradável, muito ágil e espaçoso, o Astra não desiludiu. Muito fácil de manobrar, veio equipado com um motor de três cilindros.

O ano passado foi o grande vencedor deste prémio. O júri elogiou a sua prestação em estrada, o estilo exterior e design interior. Foi o primeiro SUV a conquistar este galardão.

2018: Volvo XC40

 

Para terminar a lista de todos os Carros do Ano desde sempre, apresentamos o modelo da Volvo galardoado em 2018. Este modelo da marca sueca chegou para rivalizar com o Audi Q3 e o BMW X1. O XC40 oferece uma excelente habitabilidade nos bancos traseiros e chega com 4,425 metros de comprimento, 1,863 metros de largura e 1,652 metros de altura. Não sendo um TT, este SUV permite saídas do asfalto com confiança, sobretudo nas versões com tração integral.

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