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11 passos para trabalhar na União Europeia

Se pretende trabalhar na União Europeia mas não sabe por onde começar, siga os nossos passos.

11 passos para trabalhar na União Europeia
Guia essencial

Aumente as chances de ser contratado com um Curso de Inglês - 20 Aulas GrátisQuer internacionalizar a sua carreira sem correr grandes riscos? Trabalhar na União Europeia pode ser uma solução.
 

10 sugestões para trabalhar num país da União Europeia



1. Descubra se pode trabalhar na União Europeia

A livre circulação de pessoas é uma das liberdades fundamentais garantidas pelo Tratado da União Europeia (artigos 3.º, 39.º, 40.º) e pela legislação comunitária. Por isso, todos os cidadãos da União Europeia podem trabalhar e viver em qualquer um dos Estados-Membros. Esta regra aplica-se também aos países membros do Espaço Económico Europeu (Islândia, Liechtenstein e Noruega).




2. Descubra se as suas habilitações académicas são reconhecidas

Se a sua profissão for regulamentada (por exemplo, se for advogado, médico, psicólogo, etc.), certamente será necessário que as suas qualificações sejam reconhecidas para que a possa exercer no estrangeiro.
 
Para o fazer, deverá entrar em contacto com uma instituição de ensino que ministre cursos na mesma área técnica ou científica em que se formou. O pedido de reconhecimento é feito em formulário próprio disponível no site da Imprensa Nacional – Casa da Moeda.
 
Pode ainda consultar a rede NARIC – National Academic Recognition Information Centres – para obter informação fidedigna sobre o reconhecimento das suas qualificações na U.E. Existe um centro NARIC em cada estado-membro.




3. Avalie o seu nível de conhecimento de idiomas estrangeiros

Falar o idioma local é, naturalmente, uma vantagem para trabalhar na União Europeia. Sobretudo porque um candidato que se expresse adequadamente na língua do país de destino irá conseguir fazer um melhor marketing pessoal na entrevista de emprego.
 
Se não falar o idioma do país de destino, procure dominar a língua inglesa. Alguns empregadores valorizam que os conhecimentos de línguas estrangeiras sejam certificados por um centro ou instituto de ensino de línguas.




4. Aprenda a enviar uma candidatura para a União Europeia

Tal como em Portugal, é desejável que as candidaturas para trabalhar na União Europeia sejam direccionadas para o sector, a empresa e a função a que se destinam. A diferenciação pessoal é uma tendência forte na procura de emprego a nível Europeu, por isso não se esqueça de fazer pesquisa sobre as empresas que lhe agradam, estruturando um CV e uma carta de candidatura apelativos.




5. Que currículo utilizar?

É um mito que o Curriculum Europass ou “Modelo Europeu” deva ser sempre usado para trabalhar na União Europeia. A verdade é que este CV permite uma comparação fácil e rápida entre candidatos, mas não lhe permite diferenciar-se (porque o aspecto gráfico nunca varia).
 
Quando se trata de se propor trabalhar na U.E. em resposta a um anúncio ou através de uma candidatura espontânea, considere a possibilidade de enviar um currículo personalizado. Países como França, Reino Unido ou Espanha não valorizam o CV no Modelo Europeu!
 



6. Como redigir uma carta de candidatura?

A carta de candidatura deve ser curta (3 ou 4 parágrafos) e objectiva.
  • Primeiro parágrafo: procure indicar o seu objectivo. Trata-se de uma candidatura espontânea ou de uma resposta a anúncio? Como teve conhecimento da empresa e/ou da oferta?
  • Segundo parágrafo: quais os aspectos de fazem de si o candidato ideal? Quais as suas motivações para trabalhar na empresa e no país de destino? Em que pode contribuir?
  • Terceiro parágrafo: despeça-se a apresente a sua disponibilidade para uma entrevista, referindo que está aberto à possibilidade de o fazer por skype.
Não se esqueça de que certas qualificações, habilitações ou graus académicos têm designações que não se traduzem “à letra” para o idioma do país de destino. Em França, por exemplo, uma licenciatura pós-Bolonha é designada por “BAC + 3”. Certifique-se de que o empregador sabe do que está a falar!




7. Quais as provas de selecção utilizadas na União Europeia?

Depois da primeira triagem curricular, muitas empresas exigem a realização de exames ou provas de avaliação técnicas e psicométricas. Muitas recorrem mesmo a centros de avaliação para analisar o desempenho dos potenciais colaboradores. Apenas os candidatos seleccionados nestas provas são admitidos à segunda fase (normalmente, uma entrevista).




8. Que documentos deverá levar consigo para a entrevista?

  • Curriculum Vitae – leve várias cópias, pois poderá ser entrevistado por mais do que um avaliador;
  • Certificados de habilitações, de frequência de cursos de línguas e formações complementares;
  • Documentos pessoais, como o Cartão de Cidadão ou o Passaporte
  • Cartão Europeu de Seguro de Doença
  • Fotografias tipo passe
  • Cartas de recomendação




9. Em que idioma deverão estar os seus documentos de empregabilidade?

Para trabalhar na União Europeia, deverá redigir a candidatura no idioma nacional do empregador ou na língua em que foi publicada a oferta de emprego. No caso de empregos transnacionais, o Inglês é aceite como língua principal de comunicação (seguida do Francês e do Alemão).
 



10. Antes de partir...

  • Deve receber um contrato de trabalho (ou uma carta de compromisso devidamente assinada), assim como uma confirmação do seu salário.
  • Informe a administração tributária do seu país de origem de que vai deixar o país.
  • Desvincule-se de todas as relações contratuais com prestadores de serviços: habitação, água, gás, telefone, Internet, TV, etc. Pode pretender igualmente pôr termo às suas relações com o seu banco e com as suas seguradoras.




11. Não se esqueça de garantir os seus direitos de assistência social!

Contacte a Segurança Social antes de partir. Só desta forma poderá obter a informação necessária e os formulários necessários para trabalhar na União Europeia. É também através desta instituição que pode obter o seu Cartão Europeu de Seguro de Doença.
Informe-se sobre as formalidades relacionadas com a transferência dos direitos das suas prestações sociais, como o subsídio de desemprego.

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