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Trabalhar no estrangeiro: 5 Coisas a ter em conta

Trabalhar no estrangeiro é cada vez mais uma opção, seja devido às dificuldades para encontrar emprego em Portugal ou simplesmente pela experiência de trabalhar e viver no estrangeiro. Antes de dar este passo, veja as coisas que deve ter em conta.

Trabalhar no estrangeiro: 5 Coisas a ter em conta
Dicas importantes para quem quer emigrar
  • Como cidadão da UE, pode viajar, residir e trabalhar em qualquer estado membro

1. Destino


O primeiro passo é, sem dúvida, saber para onde quer ir. Nesta altura é importante ter em conta fatores como a língua que se fala e se tem conhecimento suficiente, pois há países onde falar apenas inglês não é suficiente. Por outro lado, deve tentar informar-se sobre a situação atual na área de emprego e aproveitar o facto de ter familiares ou amigos no país, pois isto vai reduzir os custos de alojamento e ajudar no processo de integração nos primeiros tempos. 


2. Procurar emprego


Desde Portugal:
A maior parte das pessoas hoje em dia procura emprego através da Internet, o que aumenta as probabilidades de encontrar uma oportunidade fora de Portugal. Além disso, muitas empresas estão dispostas a fazer entrevistas à distância (através do Skype, por exemplo), pelo que não terá de viajar cada vez que surgir uma possibilidade. 
Neste caso é muito importante certificar-se da fiabilidade da empresa e nunca tomar uma decisão sem antes informar-se sobre a mesma e ver o contrato de trabalho.

No país de destino:
Já seja porque tem conhecidos ou porque decide arriscar, muitos dizem que estar no país é uma das formas mais efetivas de procurar emprego. Como é evidente, isto também depende da área em que quer trabalhar, mas uma vez no país de destino, pode ver os anúncios em jornais ou em lugares públicos como supermercados. 
A maior desvantagem deste método é o facto de não ter a certeza sobre a possibilidade de encontrar um emprego. Por isso, planifique bem o seu orçamento e saiba quando é a altura de desistir. 


3. Residência


Se for cidadão de um país da União Europeia, pode viajar, residir e trabalhar em qualquer estado membro. Se estiver a considerar ficar no país por mais de 3 meses (ou 6, em função do país), deve dirigir-se aos serviços administrativos do respetivo estado e solicitar a autorização de residência. 


4. Certificados e qualificações


Este ponto é extremamente importante para o processo de procurar emprego pois, tal como em Portugal, na maior parte dos empregos são exigidos certificados de habilitações ou das respetivas qualificações. Enquanto procura emprego e antes de sair de Portugal, deve tentar perceber como é o sistema de educação no país de destino e, em alguns casos, deverá solicitar um documento que descreva o sistema de avaliação em Portugal na Direção Geral do Ensino Superior. Por último, na maior parte dos casos é necessário traduzir todos estes documentos, pelo que deverá consultar um notário para fazer isto de forma oficial. 


5. Impostos e segurança social


Quanto aos impostos, geralmente os contribuintes devem apresentar a declaração de rendimentos no país onde são considerados residentes fiscais, isto é, onde permanecem mais de 6 meses por ano. Em qualquer caso, é conveniente informar-se sobre estas questões com a respetiva Autoridade Tributária e Aduaneira.

Mais uma vez, como cidadão da União Europeia, é abrangido pela segurança social e o serviço de saúde de qualquer estado membro. No entanto, é recomendável solicitar antes de sair do país o Cartão Europeu de Seguro de Doença na Internet ou de forma presencial nos serviços de atendimento da Segurança Social ou nas Lojas do Cidadão. 


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