Plano de Saúde Medicare

Gratuito durante 6 meses!

Ao clicar concordo receber comunicações de marketing directo enviadas por e-konomista.pt

Saber mais

O ABC dos triglicerídeos

Os triglicerídeos são as principais gorduras do nosso organismo.

O ABC dos triglicerídeos
Controle os níveis de gordura!

Vamos conhecer mais um pouco sobre isto dos triglicerídeos. Basicamente, eles são o que compõem a maior parte das gorduras do nosso corpo, seja de origem vegetal ou de origem animal.

Esta gordura pode ser acumulada de duas formas: através da alimentação ou pela própria produção do fígado. Sabe aquele pneuzinho de que se quer ver livre? Ou aquela prega nas ancas e nas coxas que desejava eliminar? Pois bem, culpe estes elementos... os triglicerídeos são, de facto, os culpados!


Triglicerídeos: nem sempre são maus

Mas, apesar do que se possa logo pensar, nem sempre os triglicerídeos são algo negativo!

Eles são muito importantes pois constituem uma reserva energética para as alturas em que estamos mais tempos sem comer ou os casos em que temos algum défice na alimentação.

A alimentação é, em parte, culpada pelo aumento dos triglicerídeos, sobretudos os hidratos de carbono em excesso (açúcares, doces, massas, pães…). No entanto, a grande maioria é produzida pelo nosso fígado, que pega nos açúcares da nossa má alimentação e os transforma em tecidos adiposos.

É necessário ter cuidado com os níveis, para que não atinjam picos demasiado altos, pois caso isso aconteça, dá-se o que se chama de hipertrigliceridemia, excesso de triglicerídeos no sangue, que aumenta o risco de doenças cardiovasculares.

Os níveis de triglicerídeos são classificados da seguinte forma:

  • ​Normais – abaixo de 150 mg/dL;
  • Moderados – entre 150 e 199 mg/dL;
  • Altos – entre 200 e 499 mg/dL;
  • Muito altos – maior ou igual a 500 mg/dL.

Os níveis devem ser medidos, no mínimo, de 5 em 5 cinco em pessoas adultas.

 

Triglicerídeos altos

Existem várias causas para os níveis de triglicerídeos altos:

  • Predisposições genéticas;
  • Toma de medicação específica;
  • Gravidez;
  • Dieta hipercalórica;
  • Excesso de álcool;
  • Obesidade;
  • Diabetes.

Em alguns casos, os níveis altos de triglicerídeos - hipertrigliceridemia - podem vir acompanhados de alterações no colesterol, necessitando de uma vigilância de perto e de algumas medidas de prevenção e de diminuição dos mesmos:

  • Dieta rica e equilibrada;
  • Eliminação ou restrição de consumo de bebidas ricas em açúcar;
  • Eliminação ou restrição de alimentos ricos em açúcar (doces, chocolates, pão e massas brancos, biscoitos…);
  • Pouco consumo de queijos gordos;
  • Preferência por alimentos integrais e com baixos níveis de açúcar, sacarose, frutose, maltose e melaço;

Além da dieta alimentar, pode ser necessário recorrer a determinados medicamentos que ajudem a baixer os níveis de triglicerídeos. Exemplos disso são estatinas e fibratos.

No entanto, no caso de não haver uma verdadeira mudança de hábitos alimentares, de nada serve tomar medicação. É essencial uma reeducação de ingestão de alimentos.

Veja também: