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Vacinas obrigatórias: quais são?

Descubra quais as vacinas obrigatórias que integram o plano nacional de vacinação. Proteja-se!
 

Vacinas obrigatórias: quais são?
Saiba quais são e em que idades devem ser tomadas

As crianças nem sempre são fãs e há adultos que se pudessem também fugiam delas. Falamos das temidas vacinas obrigatórias. Ainda que não seja um assunto consensual, a verdade é que são muitos os que reconhecem a importância da vacinação.

Em Portugal, existe um plano nacional de vacinação (PNV), onde constam uma série de vacinas obrigatórias. É sobre elas que agora lhe falamos.
 

Vacinas obrigatórias: quais são e em que idades devem ser tomadas?

Muitas das vacinas que tomamos ao longo da vida estão já previstas no plano nacional de vacinação. Este plano é revisto anualmente, tendo em conta as necessidades do país e pode, inclusivamente, ver acrescentadas novas vacinas que se considerem imprescindíveis. Esta vacinação é feita de forma gratuita nos Centros de Saúde.

A maioria das vacinas que integram o plano são dadas durante a infância, mas os adultos também não escapam.

A informação sobre o plano nacional de vacinação é disponibilizada pela Direção-Geral de Saúde (DGS), que não só justifica a necessidade deste plano, como ainda diz quais as vacinas obrigatórias (ou vacinação universal, como é também designada) e a idade em que devem ser tomadas.



As 10 vacinas que não podem faltar no seu plano

 
  • BCG – que previne a tuberculose e que é administrada à nascença em unidose.
     
  • VHB – protege contra a hepatite B. É administrada à nascença, aos dois e aos seis meses de idade. 
     
  • HIB – atua contra a hoemophilus influenzae tipo B, bactéria responsável por alguns tipos de meningite bacteriana e outras doenças pulmonares. É administrada aos dois, quatro, seis e 18 meses. 
     
  • DTPa  – Protege contra a difteria, o tétano e a tosse convulsa.  As primeiras três doses são tomadas aos dois, quatro e seis meses. As restantes são administradas aos 18 meses e entre os cinco e seis anos de idade.
     
  • Td - Protege contra o tétano e difteria. Distingue-se da DPTa por ter um conteúdo mais reduzido de difteria e não conter a imunidade contra a tosse convulsa. É tomada entre os 10 e os 13 anos, e depois de 10 em 10 anos ao longo da vida.
     
  • VIP – previne a poliomielite, uma doença que afeta o sistema nervoso e pode dar origem à paralisia permanente. Esta vacina é tomada em quatro doses: aos dois, quatro e seis meses e a última depois a última entre os cinco e os seis anos.
     
  • PN13 – esta vacina protege contra infeções por streptococcus pneumoniae (infeções respiratórias). É administrada aos dois, quatro e 12 meses. Esta é uma introdução recente no plano, sendo aplicável a crianças nascidas a partir de 1 de janeiro de 2015.
     
  • MenC – protege contra o meningococo, uma bactéria que pode provocar meninginte. Esta vacina é administrada aos 12 meses.
     
  • VASPR – previne o sarampo, papeira (parotidite) e rubéola. Deve ser tomada aos 12 meses e aos cinco ou seis anos. 
     
  • HPV – é outra das que foi introduzida mais recentemente no plano nacional de vacinação e destina-se apenas a jovens do sexo feminino. Protege contra co cancro do colo do útero e é administrada gratuitamente entre os 10 e os 13 anos de idade, devendo ser também administrada antes do início da vida sexual. As mulheres mais velhas também podem tomar esta vacina (desde que nunca tenham estado expostas ao vírus), mas neste caso a vacinação não é gratuita.


Proteja-se!

O tema não é consensual e atualmente existem mesmo movimentos anti-vacinação. Em Portugal, maioritariamente, os utentes optam por fazer a vacinação obrigatória por reconhecerem que esta é uma arma eficaz contra uma variedade de doenças. Mas a vacinação é, acima de tudo, uma questão de saúde pública.
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