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Vender quadros: 6 critérios que determinam o preço

Se quer vender quadros e não sabe como estabelecer um preço, fique então a conhecer os critérios que ajudam a determinar esse valor no âmbito do processo de avaliação.

Vender quadros: 6 critérios que determinam o preço
Um bom conhecimento da obra que possui garante os valores mais justos

Vender quadros nem sempre é uma tarefa simples, dado que a avaliação de uma obra de arte não é uma ciência exata. Há critérios-base que são comuns a todos os especialistas, mas a avaliação das obras também depende muitas vezes do nível de formação dos especialistas que as avaliam, do conhecimento que têm do mercado da arte ou mesmo da delicadeza dos seus gostos.
 
Todavia, por norma, após o momento da consulta é elaborado um relatório sobre as especificidades das suas obras e proposto um valor para as mesmas. Se as conclusões desse relatório não forem ao encontro das suas expectativas, pode sempre pedir uma segunda opinião para comparar os resultados.
  

Critérios que determinam o preço de uma obra?

Antes de submeter as obras para venda, fique a saber que, em geral, os critérios a ter em consideração no momento de vender quadros são os seguintes:
 

1. Artista

Faça uma pesquisa sobre o autor das suas obras. Os artistas são cotados no mercado – tendo em consideração, por exemplo, o valor da última venda. A consistência do seu percurso artístico (que pode analisar através do CV), a bibliografia (livros, catálogos, artigos, entre outros) existente sobre a sua obra também são, na nossa opinião, alguns dos factores que influenciam o valor comercial das obras.
 

2. Assinatura

Se as obras que tem em sua posse para venda estiverem devidamente assinadas e datadas, será muito mais simples comprovar a sua autenticidade e, por conseguinte, estabelecer um valor mais alto. Os especialistas consideram que se a assinatura e a data se encontrarem no plano da pintura propriamente dito (e não nas 'costas' da tela) as obras podem atingir um valor mais elevado.
 

3. Técnica(s)

No caso da pintura, as técnicas a óleo e a acrílico sobre tela ou madeira são as mais valorizadas. Seguem-se as técnicas a aguarela, guache e têmpera sobre cartão e/ou papel. Em termos de hierarquia de valores, a pintura é a mais cotada. O desenho, a gravura e a serigrafia ocupam, por esta ordem, os lugares seguintes.
 

4. Origem

Se pretende vender quadros que já pertenceram a uma coleção de referência, ou já esteve exposta numa exposição de relevo, o valor da obra será significativamente maior. No âmbito deste critério também poderá ser avalido o interesse histórico das obras em causa.
 

5. Estado de conservação

Certifique-se que no momento de vender quadros as obras não estão danificadas. No caso de já terem sido restauradas, é possível que se avalie apenas o que de original a obra ainda possui.
 

6. Tamanho

Deixamos este critério para o fim pois, por vezes, este é um não-critério. Por exemplo, no caso da arte contemporânea somos da opinião que este critério não se aplica. Agora, se tiver em sua posse, por exemplo, uma pintura de história, este critério pode ser relevante para a avaliação da obra.



Quer vender?

Quer ser o próximo a vender, mas ainda tem dúvidas sobre o processo? Não sabe decidir entre leilão ou loja? Meta mãos à obra, tire dos arrumos aquilo que estava esquecido e faça dinheiro. O resto do trabalho a P55 faz por si. Há conversas entre cafés e bolachas que já renderam milhares de euros. Se guarda uma antiguidade em casa, qual é a história que vai querer contar?

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