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Alunos do ensino superior com bolsas em atraso

As bolsas em atraso dizem respeito aos programas “+ Superior" e “Retomar”.

Alunos do ensino superior com bolsas em atraso
Com o ano lectivo a chegar ao fim, os estudantes queixam-se do atraso

Há alunos do ensino superior com bolsas em atraso. 

O alerta é feito por estudantes e encarregados de educação Trata-se das bolsas atribuídas no âmbito do “Programa + Superior" e do “Programa Retomar”. 

Criado pela primeira vez no ano lectivo transacto, o “Programa + Superior” tinha como objetivo ajudar à fixação de estudantes nas 13 instituições de ensino superior localizadas no interior do país, mais concretamente nas universidades da Beira Interior, de Évora e de Trás-os-Montes e Alto Douro,  nos institutos politécnicos de Beja, Bragança, Castelo Branco, Guarda, Portalegre, Santarém, Tomar, Viana do Castelo e Viseu e na Escola Superior de Tecnologia e Gestão de Oliveira do Hospital (do Instituto Politécnico de Coimbra).

O programa prevê a atribuição de bolsas no valor de 1500 euros anuais aos alunos. No entanto, com o ano lectivo quase a chegar ao fim, chega o alerta para o facto de as bolsas continuarem por pagar. João Cardoso, presidente da Federação Nacional de Associações de Estudantes do Ensino Superior Politécnico (FNAEESP), afirmou mesmo que até ao momento “ainda ninguém recebeu nada”

Além dos atrasos no pagamento das bolsas do “Programa + Superior”, João Cardoso refere ainda que por pagar estão também as bolsas do “Programa Retomar”, criado em 2014 com o intuito de voltar a integrar no ensino superior jovens com menos de 30 anos que abandonaram os estudos.

O dirigente estudantil afirma ainda que este atraso “é uma situação generalizada em todas as instituições de ensino superior” e alerta para as dificuldades que traz para a vida dos alunos e das famílias.

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