Lisboa vai ter 14 novos centros de saúde

Lisboa vai ter 14 novas unidades de saúde que irão substituir centros de saúde localizados em prédios de habitação que são frequentados por 300 mil utentes.

Lisboa vai ter 14 novos centros de saúde
Novas unidades correspondem efetivamente às necessidades dos utentes

Lisboa vai ter 14 novas unidades de saúde que, até 2020, irão substituir centros de saúde localizados em prédios de habitação – revelou a presidente da Administração Regional de Saúde de Lisboa e Vale do Tejo (ARSLVT).

Em declarações à agência Lusa, a presidente da ARSLVT, Rosa Valente de Matos, afirmou que as novas unidades vão acolher utentes que até agora eram atendidos em centros de saúde construídos em prédios de habitação.

Os novos centros de saúde, construídos essencialmente em parceria com a Câmara Municipal de Lisboa (CML), vão, numa primeira fase, substituir “os que estão mais degradados”.

Numa segunda fase, prosseguiu, serão transferidos para novas unidades os centros de saúde que “receberam algumas remodelações e não precisam já, já de uma substituição”.

Os novos centros de saúde a ser construídos serão as Unidades de Saúde (US) Alta Lisboa­Norte (freguesia de Santa Clara), a US Telheiras (Lumiar), US Alcântara (Alcântara), US Ajuda (Ajuda), US Restelo (Belém), US Alto dos Moinhos (São Domingos de Benfica), US Fonte Nova (Benfica), US Marvila (Marvila), US Campo de Ourique (Campo de Ourique), US Areeiro (Areeiro), US Arroios (Arroios), US Beato (Beato), US Sapadores­Graça (Penha de França) e US Parque das Nações (Parque das Nações).

Edifícios “amigos das pessoas”

“Temos de ter serviços de saúde diferentes, mais abertos à comunidade, em que as pessoas tenham espaços e que não tenham de subir escadarias que encontramos nos prédios de habitação, mas que sejam também edifícios amigos das pessoas”, disse.

Algumas das novas unidades terão novas competências, como médicos dentistas, exames complementares, raio x, recolha de sangue e outros meios complementares de diagnóstico.

O objetivo é “responder à maioria das necessidades das pessoas”, adiantou. Com estas mudanças, a ARSLVT espera ainda atrair mais profissionais de saúde.

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