Pagamento Especial por Conta com fim à vista

A Confederação Portuguesas das Micro, Pequenas e Médias Empresas aponta, o Ministério das Finanças vê com bons olhos a mudança.

Pagamento Especial por Conta com fim à vista
Tem agora a palavra o Ministério das Finanças.

Ao que tudo indica, o Ministério das Finanças irá abrir as portas a possíveis alterações no pagamento especial por conta, a constar já no Orçamento de Estado 2017. José Briquete, Presidente da Confederação Portuguesas das Micro, Pequenas e Médias Empresas, considera este imposto “um imposto cego e injusto” e espera com grande convicção que se venha a por fim àquele que diz ser um pagamento que “quando nasceu era para ser especial e que agora está quase eterno”.

Este sentimento de injustiça que José Briquete revela e partilha com todos os cidadãos, sejam eles patrões ou empregados, está bem presente e denunciado em todos os argumentos apresentados pelo mesmo numa curta entrevista à Rádio Renascença, onde afirma, com grande clareza e impetuosidade, que o já bastante famoso e gasto PEC não é nada mais, nada menos do que “ um imposto absurdo que não vai de encontro o que estabelece a Constituição da República Portuguesa”. O Presidente desta Confederação reitera ainda que “os cidadãos e as empresas devem pagar os impostos de acordo com os seus rendimentos” situação que considera não se verificar de maneira nenhuma com a permanência deste encargo.

Tem agora a palavra o Ministério das Finanças. É nesta instância que agora se delineiam todas as respostas para a resolução de um problema que tantos danos tem causado na vida dos portugueses e cuja mudança poderá vir a significar uma ligeira melhoria nos seus quotidianos. Em caso de luz verde, no sentido de se acabar com este imposto indesejado por todos nós, uma boa parte dos rendimentos dos particulares e das empresas vai poder ser guardado e usufruído para outras necessidades mais importantes. Um desfecho outrora pouco provável e que neste momento tem tudo para se tornar uma realidade.


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