Portugal: disparidade nos rendimentos diminui, mas ainda é grande

A disparidade nos rendimentos torna os países mais longe do modelo ideal, trazendo problemas sociais que se podem agravar com os anos. Portugal recebe agora a boa notícia de que está a conseguir lutar contra esta disparidade.

Portugal: disparidade nos rendimentos diminui, mas ainda é grande
2ª maior descida na disparidade dos rendimentos foi em Portugal

Apesar dos dados serem de 2011, muito antes de se começar a sentir o impacto das últimas e fortes medidas de austeridade, Portugal continua a ser um dos países onde mais se nota a disparidade de rendimentos da população. No entanto, há algumas boas notícias no meio de toda esta análise.

Situando-se atrás da Islândia, Portugal é, entre os países da OCDE, aquele onde se nota a maior descida da disparidade na distribuição de rendimentos, verificada entre 2007 e 2011. Apesar disso, os dados de 2011 indicam que o país continua acima da média considerável.

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Este estudo utiliza o coeficiente de Gini para medir a distância entre os rendimentos recebidos pela população ao longo de toda a curva. Segundo a explicação, há um indicador que varia entre 0 e 1, em que o 0 diz que há uma distribuição completamente equitativa entre todos e em que 1 indica que só uma pessoa tem todo o rendimento.

Estes dados são positivos para Portugal, principalmente por ter sido dos poucos países que contrariou a tendência geral entre os países da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Económico (OCDE), mostrando uma certa estabilização da desigualdade nos rendimentos disponíveis. Pode mesmo concluir-se que na Europa Ocidental, Portugal só foi ultrapassado pela Espanha e pelo Reino Unido.



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