Portugueses mais ricos aumentam fortunas mesmo com austeridade

Numa altura em que a Troika está de saída do país, o balanço que fica deixa várias questões no ar. Uma delas é como é que, no meio da austeridade, os portugueses mais ricos aumentaram fortuna.

Portugueses mais ricos aumentam fortunas mesmo com austeridade
As fortunas cresceram com a austeridade
  • A austeridade não atinge as grandes fortunas.

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No meio de tanta crise e de tanta austeridade, também há boas notícias. Nem sempre são dirigidas a quem mais precisa, como é o caso desta, mas a verdade é que os já longos três anos de austeridade e de crise em Portugal contribuíram para aumentar as fortunas dos portugueses mais ricos. Os dados chegam-nos de um ranking da “Forbes” e da “Exame” que avaliaram os últimos três anos de austeridade e crise. Se olharmos, por exemplo, para os três portugueses mais ricos, sabemos que viram, em geral, o aumento da sua riqueza para mais de mil milhões de euros. 
 

As 3 maiores fortunas de Portugal

Belmiro de Azevedo, o terceiro mais rico do país e dono da empresa SONAE, subiu 337 lugares no ranking. Em 2011 a sua fortuna estava avaliada em 1,09 mil milhões de euros, valor que em 2014, depois de tanta austeridade, já ascende  1,82 mil milhões de euros.
 
Alexandre Soares dos Santos, o dono do Pingo Doce,  é o segundo português mais rico do mundo, e quando Portugal pediu o resgate, era dono de uma fortuna avaliada em 1,67 mil milhões, agora avaliada em 2 mil milhões.
 
Já Américo Amorim, dono da Corticeira Amorim, é o mais rico. Em 2011 tinha uma fortuna que ascendia a 3,7 mil milhões, e este ano fixa-se nos 3,85 mil milhões, ocupando a 267ª posição do ranking, subiu 49 posições na lista.
 
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