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As poupanças das famílias andam em baixo

Os últimos anos não têm sido fáceis para as poupanças das famílias portuguesas. Saiba porquê.

As poupanças das famílias andam em baixo
Com a crise, as famílias tiveram que recorrer às suas poupanças

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As poupanças das famílias não andam em forma e isso reflete-se em várias áreas. Segundo notícia avançada, as Obrigações do Tesouro de Rendimento Variável chegaram ao mercado a oferecer um prémio mínimo de 2,2 por cento. Isto surge numa altura em que “a taxa de poupança das famílias está em níveis mínimos de 20 anos, mais precisamente em 4,2 por cento”. Tal acontece numa altura em que “a média dos juros oferecida nos depósitos a prazo é inferior a 0,5 por cento”.

Porque é que os valores da taxa das poupanças estão tão baixos? A resposta é simples… Tudo isto se deve aos “cortes de rendimentos com que as famílias se confrontaram nos últimos anos”, assim como “ao fato de muitos terem esgotado o período de atribuição de prestações sociais (como o subsídio de desemprego, por exemplo) vendo-se obrigados a recorrer à poupança”.

A crise à qual o país foi dotado fez com que milhares de famílias se conseguissem sustentar apenas através das poupanças que tinham. Atualmente, com a economia a melhorar e a taxa de desemprego a diminuir, é tempo de repor o que foi gasto. Segundo os especialistas, a tendência tem sido de queda. “Em 2015, por cada 100 euros disponíveis, os portugueses puseram de lado 4,2 euros”.

Quanto às obrigações do Tesouro de Rendimento Variável, saiba que a primeira série de subscrições está disponível até dia 16 de maio. Comece a poupar!
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