Revendedores de combustível querem mangueiras low-cost nos seus postos

A discussão vem de há dois anos a esta parte, mas parece que vai ter finalmente um fim. Foi a votação no Parlamento a medida que define se os revendedores de gasolina vão ter ou não alternativas low-cost.

Revendedores de combustível querem mangueiras low-cost nos seus postos
O tema está em discussão na Assembleia da República
  • Petrolíferas não apoiam estas medidas

Há mais de dois anos que se discute a criação de novos postos de abastecimento low cost mas, a medida que já está incluída há mais de dois anos no Orçamento do Estado para 2013, parece que vai finalmente ser votada. Há dois anos sabia-se que, segundo o Governo, seria "estimulado o aparecimento de novos postos low cost, a introdução deste tipo de combustível nos postos já existentes, bem como o seu licenciamento”.

Agora que este tema volta a estar na ordem do dia, as petrolíferas já se vieram manifestar, garantindo que estão contra as medidas. 

Pode ler-se em notícia que cerca de 1300 revendedores, o que equivale a mais de metade do sector, gostaria de ter pelo menos uma mangueira low cost nos seus postos de abastecimento, de forma a conseguir estar à altura da concorrência que garante preços inferiores, principalmente os postos de abastecimento de supermercado.

Fazendo uma breve análise do sector, os dados avançados pelo Jornal de Notícias garantem que “as estações de serviço nas grandes superfícies cresceram 39% entre 2010 e 2013, para um total de 238 postos, segundo os números citados pelo jornal.
Nesse período manteve-se estável o número de postos das grandes marcas, como a Galp, BP, Cepsa ou Repsol. São estas petrolíferas, representadas pela Apetro, que estão contra a nova legislação, que as obriga a incluir mangueiras low cost sempre que o revendedor solicite esse combustível”, conclui.


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