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Trabalhadores das escolas fazem greve

Falta de funcionários e excesso de trabalho são algumas das razões para a paralização dos funcionários não docentes das escolas públicas.

Trabalhadores das escolas fazem greve
Data está marcada já para maio

Os trabalhadores não docentes das escolas públicas vão fazer greve a 4 de maio para exigir a integração dos precários e o reforço de pessoal, anunciou hoje um responsável sindical.

A falta de funcionários, a sobrecarga de trabalho dos poucos que se mantêm nas escolas e o recurso ao emprego precário foram algumas das razões apontadas para avançar para a greve, de acordo com Artur Sequeira, coordenador nacional de educação da Federação Nacional dos Sindicatos dos Trabalhadores em Funções Públicas e Sociais.

À porta dos serviços do Ministério da Educação, em Lisboa, um grupo de trabalhadores voltou a lembrar os “salários baixos” que recebem para garantir um serviço essencial para o normal funcionamento das escolas, lembrou Artur Sequeira.

O fim da precariedade e integração de todos os trabalhadores precários, a alteração da portaria de rácios, a criação da carreira especial e o fim da municipalização são alguma das reivindicações.

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