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Dos milhões que eu não tenho para gastar... e do euromilhões!

O que um prémio do Euromilhões não pode comprar: a realização pessoal.

Dos milhões que eu não tenho para gastar... e do euromilhões!
"Quem nasceu para tostão, nunca chega a milhão"

Numa altura em que se questiona – afinal quem ganhou os 190 milhões de euros? Um apostador, quatro euros e a vitória de uma vida – esta foi a sorte de um português na passada sexta-feira. 

Realmente, o que a maior parte de nós quer é ficar ricos, neste caso, multimilionários.
Deixar de pensar nas contas, poder fazer o que lhe apetece e 'comprar os sonhos'. 
Só agora é que o vencedor se identificou perante a Santa Casa e a notícia foi divulgada nos meios de comunicação social. E hoje, também eu confirmo a minha vontade de ganhar um prémio assim, poder ter e ser tudo.

Por momentos, penso em todos os problemas resolvidos, na viagem a Nova Iorque que gostava de fazer, da empresa que queria abrir e, até mesmo, do doutoramento que, por motivos financeiros, está em stand-by!

No entanto, respiro fundo e racionalmente penso que não saberia aproveitar um prémio tão alto! Que os meus sonhos não são assim tão caros, dão é muito trabalho e, isso, um prémio do Euromilhões não pode comprar. 

Sim, podia ter casas de férias, fazer a volta ao mundo, deixar de trabalhar, ajudar centenas de pessoas e até comprar um castelo... mas faltava toda uma realização pessoal.

E aí penso nas pessoas que ganharam até hoje, naquilo que construíram e fizeram por si e pelos outros e sei que este bilhete muda uma vida, e muda mesmo muito, mas não sei até onde... 

Daí, concluo rapidamente que não nasci para isto, como a minha avó dizia “quem nasceu para tostão, nunca chega a milhão”.


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