5 coisas que é melhor substituir do que reparar

Em alguns casos, o conserto fica mais caro do que a aquisição de um artigo novo. Saiba quais as coisas que é melhor substituir do que reparar.

5 coisas que é melhor substituir do que reparar
Faça as contas antes de mandar reparar qualquer um destes artigos

A máquina de lavar loiça deixou de funcionar? Precisa de calibrar os pneus do carro ou de trocar os respetivos fusíveis? A sua peça de roupa favorita começa a mostrar sinais de “cansaço”? Feitas as contas, vai perceber em “três tempos” que há coisas que é melhor substituir do que reparar.

Em alguns casos, o processo de reparação acaba por ser mais dispendioso e demorado, traduzindo-se em dores de cabeça desnecessárias.

Quando compensa comprar novo em vez de reparar


Em alguns casos, o melhor mesmo é apostar na substituição dos artigos que já vão dando sinais de desgaste à conta do uso contínuo ao longo dos anos. Se não quer perder dinheiro, a melhor opção é comprar um novo modelo em vez de tentar a reparação do seu “companheiro” de longa a data.

1. Pequenos Eletrodomésticos

coisas que é melhor substituir do que reparar

Se a varinha mágica ou o microondas deixam de funcionar, será que compensa mesmo avançar para a reparação do aparelho? Em alguns casos, o preço deste tipo de serviços acaba por ser o mesmo (ou até superior) à compra de um novo artigo.

De acordo com os especialistas, existe uma forma matemática de saber se vale a pena comprar um novo aparelho. Se um artigo novo terá uma vida útil de 10 anos, a reparação do produto antigo não pode custar, por ano, mais de 10% do valor do equipamento novo.

2. Televisores

coisas que é melhor substituir do que reparar

Na maior parte dos casos, a reparação de televisores acaba por exigir um grande esforço financeiro. Assim sendo, este é mais um dos artigos que é melhor substituir do que reparar.

O tempo de vida deste produto é relativamente longo e, por isso, quando chegam os problemas, a melhor opção é avançar para a compra de um novo artigo.

3. Vestuário

coisas que é melhor substituir do que reparar

A não ser que tenha um especial carinho por determinada peça, o melhor a fazer é comprar um artigo novo. Os melhores negócios acontecem em tempo de saldos e alguns dos melhores negócios acontecem pela Internet.

4. Peças para o automóvel

coisas que é melhor substituir do que reparar

A manutenção do automóvel não tem de ser dispendiosa. Hoje em dia, o recurso a serviços profissionais (a preços avultados, na maioria das vezes) pode ser evitada se optar por comprar as peças em questão. Existem trabalhos relativamente simples que podem ser feitos por si em poucos minutos e nos quais poupa umas centenas de euros.

5. Consolas

coisas que é melhor substituir do que reparar

A revolução tecnológica tem sido especialmente simpática para com os fãs do gaming. As novas consolas chegam ao mercado a um ritmo frenético e com cada vez mais funcionalidades e possibilidades.

Os serviços de reparação das consolas podem ser muito elevados. Na maioria dos casos, entre os custos de envio e de reparação, o melhor mesmo é comprar o novo modelo. Esteja atento às campanhas promocionais e consiga bons negócios. Nestes casos, não se esqueça: é mais um dos artigos que é melhor substituir do que reparar.

Artigo novo? Esteja atento à garantia e aos seus direitos


Se qualquer artigo novo que tenha comprado apresentar defeitos, a garantia do mesmo serve para salvaguardar os seus direitos e garantir a substituição imediata e sem custos desses produtos.

Em Portugal, a garantia de produtos é assegurada por um prazo de dois anos. De acordo com a legislação em vigor, o consumidor tem dois meses para comunicar ao comerciante o defeito do artigo desde que o momento em que o descobre.

Sempre que o prazo seja superior a dois anos, deverá pedir o comprovativo para que possa fazer uso da garantia no período assumido pelo comerciante de forma simples e rápida.

No caso dos bens imóveis, a garantia assumida entre ambas as partes costuma ser de cinco anos. Nesses casos, o prazo para comunicar os defeitos passa a ser de um ano a partir do momento em que é descoberto.

Se optar por avançar para a reparação, o período do arranjo não pode ultrapassar os 30 dias. Segundo a lei, tem ainda o direito a pedir uma extensão do período que resta da garantia igual ao período em que esteve privado de utilizar o produto à conta da reparação. Independentemente da solução encontrada, nunca podem ser cobradas despesas de transporte, mão-de-obra, material ou outras.

Não se esqueça que, no caso de qualquer artigo ou peça que seja substituído, o novo conta com garantia de dois anos a partir do momento em que passa a ser utilizado por si.

Produtos em segunda-mão? Também há garantia

A venda de artigos em segunda mão também tem a garantia de dois anos, exceto nos casos em que este prazo é reduzido por mútuo acordo.

Também os bens estrangeiros comprados em Portugal têm de oferecer os mesmos dois anos de garantia consagrados na lei, independentemente da nacionalidade do fabricante (e das leis desse país).

Fica o aviso: só no negócio entre particulares é que não existe garantia. Contudo, se o produto apresentar qualquer tipo de defeito, o comprador tem o direito de cancelar o negócio, seja ele qual for. Mas há mais: se esse produto ainda estiver coberto pela garantia original, o novo proprietário passa a usufruir do tempo que falta.

Veja também:

O E-Konomista disponibiliza e atualiza informação, não presta serviços de aconselhamento fiscal, jurídico ou financeiro e não é responsável pelos produtos apresentados. A informação está atualizada até à data apresentada na página e é prestada de forma geral e abstrata, tratando-se de textos meramente informativos, pelo que não constitui nem dispensa a assistência profissional qualificada. Se quiser sugerir uma atualização, por favor, envie-nos a sua sugestão para: [email protected].