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Que cores mais nos favorecem? A consultora de imagem Joana Ribeiro explica

Usar cores pode ser mais difícil do que parece à primeira vista. Por isso, fomos saber as que mais nos favorecem com a consultora de imagem Joana Ribeiro.

Que cores mais nos favorecem? A consultora de imagem Joana Ribeiro explica
Tudo o que precisa de saber sobre as cores que lhe ficam melhor

São poucas as mulheres que não gostam de usar cor e, por isso, falámos com a consultora de imagem Joana Ribeiro para perceber um pouco melhor quais as cores que mais nos favorecem.

Afinal, como a própria Joana começa por nos dizer “a cor pode valorizar muito uma pessoa quando usada de forma correta, iluminando o rosto, dando um aspeto mais saudável e suavizando as linhas de expressão, manchas e outras imperfeições”. Ou seja, tudo aquilo que nós, mulheres, procuramos, certo?

Mas, e por mais que nunca pensemos nisso, o contrário também acontece. Na verdade “a cor pode ter um impacto negativo na imagem de alguém quando usada de forma menos correta, denunciando sinais de cansaço, evidenciando olheiras, sinais e linhas de expressão ao tornar a pele mais amarelada ou acinzentada e com um aspeto abatido”, apressa-se a acrescentar a Joana, que já trabalha na área há algum tempo, tendo-se especializado em coloração pessoal.

Quais as cores que mais nos favorecem: dicas e truques


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Inegável é que há cores que favorecem mais umas do que outras. Mas, mais do que a cor do cabelo ou apenas da pele, é o todo que importa para definir os tons que mais nos favorecem. Complicado? Nem tanto!

A Joana explica-nos que “para sabermos as melhores cores de roupa para loiras, morenas e ruivas, devemos ter em conta a coloração pessoal da pessoa, uma vez que, por exemplo, as cores que favorecerão uma pessoa com cabelos loiros, olhos verdes e pele morena, não serão as mesmas que favorecem uma pessoa loira com pele pálida ou rosada e olhos azuis. Quando falamos em cores de roupa mais adequadas falamos sempre em coloração pessoal, que é constituída pelo contraste entre os tons naturais de olhos, cabelo e pele. Para descobrir as cores mais favoráveis existem técnicas de análise cromática, que permitem avaliar isso mesmo”.

Consequentemente, um dos métodos mais usados é o Método Sazonal Expandido, “que divide os tipos de coloração pessoal tendo as quatro estações do ano como referência, pois estas contêm todas as cores e características específicas”, acrescenta a nossa consultora de imagem.

Assim, quem é dona de “cabelos mais claros e fundo acinzentado, com subtom de pele rosado, e olhos azuis, castanhos ou verdes deverá procurar cores mais frias (com fundo azulado), suaves e claras”.

Já quem “tem cabelos escuros, dourados ou avermelhados, pele quente dourada e brilhante e olhos castanhos-claros, avelã, azul-turquesa e verde amarelado poderá usar cores mais quentes (com fundo amarelado), claras e brilhantes”.

As que possuem “cabelos mais escuros, com fundo dourado ou acobreado, subtom de pele quente (mais amarelada) e dourado opaco, com olhos verde ou azuis-escuros, castanhos ou amendoados, deverão, em princípio, procurar cores mais quentes, suaves e escuras”.

As donas e senhoras de “cabelos escuros acinzentados de fundo, pele rosada, branca/pálida (subtom frio) e olhos vibrantes, pretos, castanho escuros e olhos azul vivo, verde-esmeralda ou avelã escuro, favorecem-se melhor com cores frias, brilhantes e escuras”.

Segundo este método, cada uma das descrições está ligada às quatro estações do ano, começando no verão e terminando no inverno.

Há cores proibidas nesta primavera?

E, por falar em estações do ano, perguntámos à nossa Consultora de Imagem se na estação das flores há alguma cor extremamente proibida. A conclusão é que não.

Em boa verdade, “a única regra é procurar harmonia e um bom caimento no total do look, tendo sempre cuidado com as cores perto do rosto. Caso estas não sejam as mais favorecedoras, há sempre possibilidade de atenuar com maquilhagem, acessórios e cor de cabelo corretos, para diminuir o impacto negativo das cores da roupa perto do rosto”, explica-nos a Joana.

Ou seja, desde que haja uma harmonia visual e que se sinta bem na sua própria pele, esta estação pode usar as cores que quiser (tendo em conta aquelas que lhe assentam melhor, de acordo com as suas características).

Os estampados e os biótipos: o que podemos usar?

Quando falamos em estampados – muito em voga nas estações mais quentes – surgem sempre algumas dúvidas. Por isso, aproveitámos a conversa para ter uma opinião profissional sobre o assunto. Afinal, há ou não estampados proibidos?

A Joana responde-nos com um sorriso nos lábios “o cuidado a ter é o de perceber que quanto maior o tamanho do estampado, mais brilhos e mais clara for a cor, maior será a sensação de volume no corpo ou em determinada parte do corpo. Por exemplo, no padrão às bolinhas quanto maior for o tamanho das bolas, mais volume parecerá existir na zona onde elas se encontrarem. Sendo de tamanho pequeno, o mesmo já não acontece”.

“Com as riscas é igual, quanto mais largas, maior a sensação de volume, com o pormenor de que as riscas horizontais tendem a dar um aspeto mais volumoso do que as verticais. Neste sentido, qualquer pessoa que goste de estampados poderá usá-los, tendo o cuidado de os aplicar na zona do corpo que quer realçar e onde se sente mais confortável, ou evitá-los nas zonas de maior desconforto e onde não deseja chamar a atenção, caso o padrão tenha as características acima referidas”.

Agora que já sabemos o segredo, nunca foi tão fácil usar padrões e estampados, certo?

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As pessoas de pele branca devem evitar o bege e as de pele negra o preto: mito ou verdade?

E, já que estamos a perceber o que realmente nos fica melhor, perguntámos à Joana se o mito urbano de que as pessoas de pele branca devem evitar o bege e as de pele negra o preto, tem algum fundamento.

A consultora de imagem começa por explicar que “este mito pode ter fundamento em alguns tons de pele negros no caso do preto, e em alguns tons de pele brancos, no caso do bege, pois, mais uma vez, vai depender do contraste natural de cada pessoa”.

Contudo, a Joana acrescenta que é preciso realçar que “dentro das peles negras existem vários subtons tal como das peles brancas. Uma pele negra com temperatura fria (subtom mais azulado) à partida poderá usar preto. Uma pele mulata com temperatura quente (mais amarelada), em princípio, deverá evitar o preto, pois poderá realçar manchas, linhas de expressão ou sinais de cansaço. No caso do preto, quando a cor pesar demasiado, outras cores variantes poderão favorecer mais, como a cor de chumbo, grafite ou cinza mescla, sempre de acordo com as características da pessoa.

Nas peles brancas, o bege favorecerá, à partida, pessoas com temperatura quente, ou seja, com subtom de pele mais amarelado, pêssego, marfim ou dourado, cabelo acobreado, tons terra, olhos verdes, castanhos e brilhantes.

De igual forma, nem todas as peles brancas ficam bem com o branco. Neste caso, o branco ficará melhor com peles de temperatura fria (subtom rosado, pálido, fundo azulado), cabelos negros, castanho claro, loiro ou cinza”.

Finalmente sabemos o que nos fica bem!

Deste modo, é caso para dizer que isto das cores dá pano para mangas, mas agora sim sabemos quais as cores que mais nos favorecem. Consequentemente, com as dicas preciosas da Joana, vai ser muito mais fácil escolher looks com os tons que a favoreçam e que a farão sentir-se ainda mais bonita. Comece já a pô-los em prática e dê-se a oportunidade de se sentir ainda mais fabulosa! E, claro, se sentir dificuldades, procure os serviços da Joana e tenha uma consulta personalizada.

Contactos da Joana Ribeiro

Se precisar de consultoria de imagem, pode encontrar todos os serviços prestados pela Joana aqui ou ligar para o 916371734 .

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Catarine Martins Catarine Martins

Licenciada em Direito pela Universidade de Coimbra, trocou as leis pela escrita e a cidade dos estudantes pelo Porto. Pelo meio, transformou a eterna paixão pela moda num blog, o Le Fashionaire e assumiu, com orgulho, que o jogo das palavras é o seu preferido.