Para quem o crédito consolidado é recomendado? Entenda se é a solução mais indicada para o seu perfil

O crédito consolidado é dirigido a quem tem no mínimo dois créditos ao consumo. Ao juntar os créditos num só poderá poupar muito dinheiro ao final do mês. Mostramos-lhe como.

Para quem o crédito consolidado é recomendado? Entenda se é a solução mais indicada para o seu perfil
Como tornar um crédito numa ferramenta de gestão financeira

A consolidação é uma solução financeira para quem paga mensalmente duas ou mais prestações de crédito, tais como: crédito pessoal (obras em casa, mobiliário, eletrodomésticos, formação, outros projetos), crédito automóvel ou cartões de crédito.

Porque razão há-de estar a pagar taxas de juro elevadas e comissões de vários créditos quando estes custos podem ser reduzidos se juntar os créditos num só? Vamos então tentar perceber se o crédito consolidado é a solução indicada para si.

Crédito consolidado: para quem é recomendado?


1. Para quem tem alguns créditos ao consumo

Vamos pôr em hipótese que está a pagar um crédito automóvel, cartão de crédito e um crédito pessoal, e começa a perceber que o seu rendimento destina-se, essencialmente, a cobrir estas despesas, sem grande margem de manobra. Como é que a consolidação de créditos vai, na prática, diminuir o valor a pagar por mês?

Imagine que os seus créditos atuais têm, em média, um prazo de pagamento de 48 meses. Ao consolidar todos os créditos num só, pode pagar num prazo mais alargado, com menos comissões e menos taxas de juro. Assim, apesar de ficar a pagar o empréstimo durante mais tempo, também vai pagar muito menos por mês.

O que acontece na prática é que a instituição financeira à qual pede o crédito consolidado paga o valor em dívida às várias instituições onde tem os seus créditos atuais, permitindo-lhe depois pagar este montante com uma mensalidade mais pequena.

Resumindo, este é o panorama que tem atualmente e o que passaria a ter depois de recorrer ao crédito consolidado:

Antes de consolidar créditos Depois de consolidar os créditos 
1. Várias mensalidades 1. Uma só mensalidade
2. Mensalidades com datas de pagamento diferentes 2. Uma só data de pagamento
3. Cada mensalidade uma taxa de juro distinta 3. Menos juros
4. Taxa de esforço alta 4. Taxa de esforço mais baixa
5. Pouca liquidez 5. Mais liquidez
6. Mais contas para gerir 6. Mais simplicidade na gestão das contas
7. Sem margem para poupar e realizar novos projetos 7. Possibilidade de poupar e investir em novos projetos

Se este é o seu caso, faça uma simulação de crédito consolidado >

2. Para quem quer poupar dinheiro

Os créditos são importantes instrumentos de gestão financeira, quando bem geridos. Neste caso em particular, e tal como referimos acima, o crédito consolidado é uma solução que promove o aumento da liquidez mensal para poupar ou investir em novos projetos.

As suas principais vantagens são as seguintes:

  • Pagar uma só prestação mensal mais baixa;
  • Ter uma única data de pagamento;
  • Ter uma única entidade e poupar em comissões;
  • Prevenir situações de incumprimento (é melhor prevenir do que remediar);
  • Mais qualidade de vida e organização orçamental.

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3. Para quem quer mudar de vida

Ao consolidar créditos terá uma poupança expressiva nas suas prestações com créditos. Com esta poupança poderá:

  • Reequilibrar o seu orçamento familiar;
  • Ter mais liquidez mensal;
  • Poupar no pagamento de comissões dos vários créditos;
  • Criar um fundo de emergência;
  • Solicitar um valor adicional, ao consolidar os créditos, para investir num novo projeto, como apostar numa formação, remodelar a casa, aumentar a família, etc;
  • Investir na qualidade de vida e bem estar, por exemplo, num seguro de saúde, no ginásio, nas férias.

Se este é o seu caso, faça uma simulação de crédito consolidado >

Casos concretos: os exemplos do Nuno, da Rita e do Paulo


O caso do Nuno

família a brincar com o bebé

O Nuno tem 36 anos, vive em união de facto e tem um filho de 1 ano. O seu rendimento mensal familiar é de 2.400€.

Um dos sonhos do Nuno é comprar uma casa. Já conseguiu juntar para a entrada do imóvel, mas a sua taxa de esforço é alta para o crédito habitação, pois, entretanto, acumulou outros créditos ao consumo – nomeadamente um crédito automóvel, um crédito pessoal para comprar eletrodomésticos e cartões de crédito. Se consolidar os créditos, reduz a taxa de esforço e consegue avançar com o crédito habitação.

Traduzido em números: o Nuno tem as seguintes despesas mensais com créditos – que correspondem a um montante em dívida de 15.000€.

Despesas com créditos (antes da consolidação) Por mês
Crédito automóvel 420€
Crédito ao consumo 370€
Cartão de crédito 290€
Total  das mensalidades (sem renda) 1.080€

 

Ao recorrer, por exemplo, ao crédito consolidado na Cofidis, o Nuno passaria a pagar, para os mesmos 15.000€ e prazo de 36 meses, uma única mensalidade de 489,78€, com TAEG 13,2% e TAN 10,40% e MTIC: 17.992,08€ .

Face aos 1080€ iniciais, trata-se de uma redução de 590,22€ por mês, um montante bastante significativo para o Nuno concretizar o seu sonho.

Em relação ao seu rendimento mensal, a taxa de esforço do Nuno antes de consolidar os créditos era de 45%. Depois, passaria a ser de 20% – um valor bem dentro dos perfis considerados pelos bancos para aprovação de crédito habitação.

Antes

  • Rendimento mensal: 2.400€
  • Total das mensalidades de crédito: 1.080€
  • Taxa de esforço: 45%

Depois

  • Rendimento mensal: 2.400€
  • Mensalidade do crédito consolidado: 489,78€
  • Taxa de esforço: 20%

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O caso da Rita

mulher a pensar

A Rita tem 46 anos, é recém-separada e tem um filho de 16 anos. O seu rendimento mensal é de 1.300€.

Tem por objetivo criar uma almofada financeira, pois, brevemente, terá que começar a pagar os estudos do filho que vai entrar para a Universidade no próximo ano.

Neste momento, tem dois créditos ao consumo – um crédito automóvel e cartão de crédito. Traduzido em números, a Rita tem as seguintes despesas mensais com créditos – que correspondem a um montante em dívida de 10.000€.

Despesas com créditos (antes da consolidação) Por mês
Crédito automóvel 220€
Cartão de crédito 120€
Total  das mensalidades (sem renda) 340€

 

Ao recorrer ao crédito consolidado, a Rita passaria a pagar, para os mesmos 10.000€ e num prazo de pagamento de 84 meses, uma única mensalidade de 175,21€, com TAEG 13,3%, TAN 11,30% e MTIC: 14.957,64€ .

Face aos 340€ iniciais, trata-se de uma redução de 164,79€ por mês – um montante significativo para começar a fazer um pé de meia para pagar os estudos do filho.

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O caso do Paulo

para quem o credito consolidado e recomendado

O Paulo tem 40 anos, é casado e não tem filhos. O seu rendimento mensal familiar de 3.200€.

Neste momento, o Paulo está decidido a investir na sua formação para dar um salto na carreira. Precisa, por isso, de dinheiro para pagar uma Pós-graduação. Porém, além de ter um crédito habitação, acumulou outros créditos ao consumo – nomeadamente um crédito automóvel, um crédito pessoal para obras em casa e cartões de crédito.

Traduzido em números, o Paulo tem as seguintes despesas mensais com créditos ao consumo – que correspondem a um montante em dívida de 30.000€.

Despesas com créditos (antes da consolidação) Por mês
Crédito automóvel 380€
Crédito ao consumo 420€
Cartão de crédito 260€
Total  das mensalidades (sem renda) 1.060€

 

Ao recorrer ao crédito consolidado na Cofidis, o Paulo passaria a pagar, para os mesmos 30.000€ e num prazo de 72 meses, uma única mensalidade de 582,65€, com TAEG 13,4% e TAN 11,30% e MTIC: 42.670,80€ .

Face aos 1.060€ iniciais, trata-se de uma redução de 477,35€ por mês. Este dinheiro seria uma boa ajuda para investir na sua formação e para fazer face a outras despesas nos meses em que teria que trabalhar menos horas para poder estudar.
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