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Sabe quais são as diferenças entre um carro antigo, pré-clássico e clássico?

Aprenda a distinguir um carro antigo, pré-clássico e clássico, e saiba como avaliar se um modelo valerá mais ou menos dinheiro nos próximos anos.

 
Sabe quais são as diferenças entre um carro antigo, pré-clássico e clássico?
O preço não é a única forma de distinguir um carro antigo de um clássico

Saber como distinguir um carro antigo, pré-clássico e clássico não é tão linear como apenas olhar para o preço. Existem vários aspectos e características que podem fazer com que um carro possa valer mais no futuro, ou continue apenas a desvalorizar ainda mais com o passar dos anos.

Cada pessoa poderá ter a sua própria definição do que é ou não um carro clássico, e muitos poderão julgar que um clássico é apenas um carro construído há muitos anos, mas isto poderá não estar necessariamente correcto. Mas afinal o que define exatamente o estatuto de um carro? A partir de que momento é que um carro deixa de ser considerado antigo e passa a ser um clássico?

Vamos então saber quais são as exatas definições de carro antigo, pré-clássico e clássico, saber como distinguir e onde enquadrar os diferentes modelos de carros.

Quais são as diferenças entre um carro antigo, pré-clássico e clássico?


Carro antigo

Dizer que um carro é antigo pode ser uma designação muito vaga, mas esta expressão apenas é referente à idade do veículo em causa. É uma classificação puramente objectiva, mas que se tem revelado insuficiente, à medida que o critério da idade permitiu uma abrangência cada vez maior de veículos. A palavra “antigos” foi a escolhida quando começaram a surgir as primeiras manifestações no sentido de preservar veículos obsoletos em termos tecnológicos, mas de valia histórica ou afectiva.

Podemos afirmar que um carro antigo é um carro com mais de 30 anos de idade, e não obstante, podemos também afirmar que o facto de um carro ser clássico ou histórico em nada o impede de ser considerado também um carro antigo.

 

Carro pré-clássico

Um carro é considerado pré-clássico a partir do momento em que a sua produção termina e o número de exemplares produzidos foi consideravelmente baixo. A história e a importância do modelo são também fatores determinantes que ditarão o estatuto que o carro adquirirá nos próximos anos. Estes carros geralmente estão neste momento no seu valor mais baixo de mercado, e se forem efetivamente modelos com alguma história, o seu valor tenderá a subir em flecha nos próximos anos, pelo que é o momento certo para investir.

Os carros pré-clássicos não são necessariamente carros antigos, mas na era atual, são geralmente carros com alguma potência.

 

Carro clássico

O conceito de carro clássico generalizou-se com o aparecimento, em 1973, da revista inglesa “Thoroughbred & Classic Cars”. Segundo o ACP (Automóvel Clube de Portugal), que é a entidade que no nosso país certifica os clássicos, afirma que um carro clássico é algo que não passa de moda, devido às suas características intrínsecas de qualidade (técnica, estética), pela sua importância histórica, raridade (ou exclusividade) e, mesmo, pela sua relevância afectiva (carisma). No caso dos clássicos, a idade conta pouco, ou mesmo nada, já que existem automóveis e motos em produção actual que podem ser incluídos nesta categoria.

Alguns dos veículos que podemos abranger nesta classificação serão antigos apenas dentro de algumas décadas, outros poderão até vir a ser considerados históricos, mas todos são extraordinários pela forma como se distinguem da produção corrente de veículos motorizados.

 

Agora já sabe as diferenças entre um carro antigo, pré-clássico e clássico, e se está no mercado à procura de comprar um carro e se não quiser perder dinheiro, já poderá fazer a escolha de uma forma mais racional e saberá avaliar o que é um clássico ou o que será um futuro clássico.

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Marvin Tortas Marvin Tortas

Licenciado em Ciências da Comunicação, homem do Norte, apaixonado por carros e com experiência em desporto automóvel. A seguir a mamã e papá, as palavras Ferrari, Mercedes, Audi e Fiat foram respetivamente as 3ª, 4ª, 5ª e 6ª palavras do seu vocabulário.

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