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Como lidam as gerações mais velhas com as redes sociais?

Como é que as gerações mais velhas lidam com as redes sociais? Como acontece a interação e a partilha de publicações? Conheça o fenómeno.

Como lidam as gerações mais velhas com as redes sociais?
Novas tecnologias conquistam gerações mais velhas

Para a geração Millennial, tudo parece simples e até mesmo intuitivo. Já nascem com os telemóveis e outros dispositivos móveis por perto, pelo que não encontram qualquer dificuldade em lidar com os aparelhos e até mesmo com as redes sociais. Mas será que acontece o mesmo com as gerações mais velhas?

Os mais velhos e as partilhas nas redes sociais


À medida que o tempo passa, parecem surgir cada vez mais redes sociais que, dadas as suas especificidades, servem diferentes propósitos e destinam-se a diferentes públicos – alcançando, assim, uma adesão mundial num fenómeno absolutamente ímpar.

A partilha do dia-a-dia ganhou fãs um pouco por toda a parte, sobretudo os mais jovens, que dominam qualquer plataforma sem dificuldade. São os pais e os avós desses utilizadores que mais curiosidade apresentam face às redes, demonstrando cada vez mais vontade em manusear as mesmas como profissionais.

Um dos acontecimentos mais atípicos é a forma como a geração mais velha partilha conteúdos com outras pessoas, nomeadamente os filhos e/ou netos. As notícias são as mais partilhas, sejam elas de última hora ou não, para além de artigos que sejam do interesse dos leitores.

homem usa telemovel

Botões de partilha não são tão óbvios quanto isso

As redes sociais apresentam interfaces cada vez mais simples de utilizar, isto porque têm como objetivo único a fácil e intuitiva utilização por parte de quem as usa. Uma das implementações mais recentes foram os botões de partilha, que permitem ao utilizador partilhar um conteúdo diretamente no seu perfil ou até enviá-lo para um amigo.

Mas a verdade é que, aquilo que parece mais simples, não é adotado pelos mais velhos. Essas pessoas, quando querem partilhar conteúdos com amigos ou familiares, utilizam as formas menos óbvias de o fazer, ignorando totalmente os botões e links de partilha. Ao invés disso, escolhem outros métodos, como os que se seguem:

  • Tiram fotografias àquilo que querem partilhar ou até mesmo a artigos de jornal, enviando-os mais tarde;
  • Copiam um artigo na íntegra, colam o mesmo num email e enviam-no dessa forma;
  • Guardam aquilo que querem para mostrarem, pessoalmente, mais tarde.

Aquilo que, de facto, parece mais fácil e rápido de utilizar – e até bastante visível, se tivermos em conta os botões de partilha para várias plataformas (como o Messenger ou o WhatsApp) -, não o é para as gerações mais velhas, que continuam a preferir métodos não tão recentes.

Partilhas otimizadas pelos fabricantes de smartphones

Para além das redes sociais, que exigem alguns cuidados, também os fabricantes mais famosos de tecnologia móvel têm implementado novas funcionalidades o nível da partilha de conteúdos. Tanto a Apple como a Google (responsável pelo sistema Android) apostam na facilidade de utilização dos seus produtos, permitindo partilhas diretas entre utilizadores.

Ora, para além de, essas, poderem ser feitas diretamente nas redes sociais, podem também ser partilhadas entre utilizadores que tenham dispositivos da mesma marca – isso acontece com o AirDrop, da Apple, e também com o Fast Share, do Android.

Resta esperar que as gerações mais velhas percebam a facilidade que existe na partilha de conteúdos e adote os métodos mais modernos de o fazer.

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