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As 5 melhores soluções para investir a curto prazo

Quer investir a curto prazo e não sabe como? Conheça soluções sem risco e que lhe permitem usar o seu dinheiro no espaço de três meses a dois anos.

As 5 melhores soluções para investir a curto prazo
Produtos conservadores, com taxas fixas e liquidez elevada são os mais adequados

Precisa de criar um fundo de emergência? Está a planear as férias do próximo verão e quer guardar um pé-de-meia para essa aventura? Se tem algum dinheiro extra e quer investir a curto prazo para um objetivo definido, há algumas soluções disponíveis que pode ponderar.

No mercado financeiro, investir a curto prazo geralmente significa aplicar dinheiro durante um período que varia entre três meses e dois anos, aproximadamente. Quem procura este tipo de investimentos sabe que vai precisar de utilizar o dinheiro pouco tempo depois da aplicação.

Assim sendo, há certos critérios que devem ser tidos em conta para garantir que está a escolher o melhor investimento a curto prazo para si.

Como investir a curto prazo


investir a curto prazo

As melhores soluções de investimento a curto prazo dependem muito do tempo disponível, da quantidade de dinheiro e da tolerância a risco do investidor. No entanto, há algumas dicas que pode seguir para escolher o investimento que melhor se adequa às suas necessidades.

Segurança: o investimento a curto prazo deverá ser feito em produtos conservadores, que protegem o seu capital, de modo a evitar correr o risco de perder grande parte do seu dinheiro sem ter tempo de o recuperar.

Rentabilidade: ainda que tenham menor rentabilidade, os investimentos com taxas fixas são mais indicados para aplicações a curto prazo.

Liquidez: a liquidez do seu investimento tem que ser elevada. Ou seja, tem que ser fácil e rápido recuperar o dinheiro aplicado no investimento. Por exemplo, imóveis têm baixa liquidez, porque não se vende uma casa do pé para a mão. Já depósitos e aplicações a prazo sim.

Em suma, investir a curto prazo traduz-se em aplicar dinheiro numa solução financeira que tenha um retorno rápido e seguro, e que seja possível resgatar num pequeno espaço de tempo.

Soluções para investir a curto prazo


1. Depósitos (conta à ordem)

Por mais estranho que pareça, uma simples conta à ordem pode ser a melhor solução para investir a curto prazo. Com as taxas de juro a níveis tão baixos como hoje em dia, fazer depósitos a prazo pode não trazer grande rentabilidade.

Tudo depende do valor que tiver para investir e das condições que prefere. Procure sempre as melhores taxas e nunca aceite depósitos com rentabilidade líquida igual ou inferior à inflação.

2. Depósitos a prazo

Os depósitos a prazo podem também ser uma boa solução para quem quer investir a curto prazo se optar por produtos até dois anos. Os depósitos a prazo não têm risco associado, têm capital garantido e são fáceis de subscrever nos bancos.

Os melhores depósitos a prazos (até dois anos) no mercado oferecem juros perto de 1% e exigem montantes reduzidos que podem começar nos mil euros. Se tiver montantes mais elevados para investir, pode sempre tentar negociar uma melhor taxa com o banco.

Esta solução tem a vantagem de lhe enviar reforços dos juros obtidos para a sua conta à ordem e é coberta pelo fundo de garantia de depósitos, que cobre capital e juros até um máximo de 100 mil euros.

3. Certificados de aforro

Não sendo por definição e na prática um produto de curto prazo, o facto é que os certificados de aforro podem ser subscritos por um prazo a partir apenas dos três meses. No entanto, quanto maior o tempo de subscrição maior a rentabilidade.

Os certificados de aforro são empréstimos das famílias ao Estado. Isto garante segurança, uma vez que o risco de não retorno, ou seja de falência do Estado, é muito residual. Para além disso, são produtos com elevada liquidez.

Os certificados de aforro são produtos de capitalização trimestral. Isto significa que todos os trimestres os juros obtidos são de novo aplicados para renderem mais juros.

4. Fundo de obrigações

Outra boa solução para investir a curto prazo passa pelo investimento em obrigações através de fundos de investimento, o que atenua o risco e permite aceder a ferramentas financeiras com baixos montantes.

Apesar de não terem uma rentabilidade garantida ou fixa, dada a inexistência de taxas de juro, estes fundos permitem a obtenção de rendimentos com um risco mínimo, em aplicações de curto prazo ou de prazo incerto.

5. Papel comercial e obrigações de curto prazo

Estes instrumentos financeiros consistem em empréstimos de curto prazo a empresas e/ou sociedades financeiras. Costumam ser boas alternativas de investimento para quem quer aplicar os seus fundos com baixo risco. No entanto, estão apenas reservadas a investidores com montantes de investimento mais elevados.

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Alexandra Nunes Alexandra Nunes

Alexandra Nunes é jornalista com experiência em imprensa e rádio. Depois de quase uma década a trabalhar na Rádio TSF partiu rumo ao Médio Oriente. A sede de conhecer novos mundos levou-a até ao Dubai, onde vive atualmente. Por lá, tem-se dedicado a explorar novas áreas da Comunicação e escreveu a biografia “Uma Mulher no Topo do Mundo” sobre a primeira portuguesa a chegar ao topo do Monte Evereste. É apaixonada por viagens, pessoas e as suas estórias.