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Lâmpadas economizadoras: guia de utilização

As lâmpadas economizadoras podem ser uma estratégia de poupança muito eficaz a nível económico e ambiental. Saiba quais são as melhores e onde comprar.

Lâmpadas economizadoras: guia de utilização
Algumas dicas para poupar na conta da luz

É já parte do senso comum de muitas famílias portuguesas que lâmpadas economizadoras são a melhor escolha para as necessidades energéticas de casa. Resultam numa poupança substancial relativamente às lâmpadas incandescentes tradicionais (cerca de 75/80%), graças ao facto de durarem mais tempo e terem maior eficiência energética.

Contudo, é verdade que as lâmpadas incandescentes são bem mais baratas, apesar do impacto ambiental extremamente negativo que têm. A longo prazo, apesar de pagar menos ao comprar as lâmpadas, também vai ter de pagar faturas da luz bem mais altas.

As lâmpadas economizadoras são mais caras mas, hoje em dia, a grande variedade de marcas e tipos, ajuda a que exista alguma concorrência neste aspeto, o que pode vir a ter consequências positivas a todos os níveis.

Tipos de lâmpadas economizadoras e como escolher

lampadas

Pode surgir alguma confusão na hora de adquirir lâmpadas economizadoras, por já existirem alguns tipos diferentes no mercado. Podem ser dos seguintes tipos:

1. Lâmpadas Fluorescentes Compactas

São das mais caras, embora a grande variedade esteja a permitir uma redução nos preços. A poupança elétrica pode ir até aos 75% quando comparadas com as lâmpadas tradicionais e durar cerca de 10 vezes mais tempo. Também existem as fluorescentes tubulares, destinadas a lugares com necessidades de longa iluminação, como escritórios, por exemplo.

2. Lâmpadas LED

As lâmpadas led são as mais conhecidas neste grupo das lâmpadas economizadoras. São as que proporcionam poupanças mais significativas (cerca de 80% quando comparadas com lâmpadas tradicionais). Os fabricantes garantem uma durabilidade 25 vezes superior às lâmpadas incandescentes.

3. Lâmpadas de halogéneo

São as mais baratas do grupo e permitem poupanças na ordem dos 25%, quando comparadas com as lâmpadas incandescentes tradicionais. Apesar de terem uma durabilidade pouco significativa quando comparadas com as outras, como são mais baratas, podem ser uma boa opção para divisões em que a luz se liga muito poucas vezes.

Nestes três tipos, o preço, duração e consumo variam bastante. Antes de explorar estes três tipos de lâmpadas, deve ter em conta algumas questões, na hora de comprar qualquer uma delas.

O que ter em conta ao escolher lâmpadas economizadoras

Fluxo luminoso (lúmenes) – o fluxo luminosos é o poder radiativo da lâmpada. Quanto maior for o seu fluxo, maior é o número de lúmenes inscrito na embalagem. Avaliar a relação entre o fluxo e a potência necessária para que a mesma funcione (em watts), é o que determina a sua eficiência;

Tempo de arranque – o período que a lâmpada demora a chegar ao seu fluxo luminoso pode determinar os níveis de consumo. Só precisa de tempo de arranque rápido em divisões de uso imediato: entradas, corredores, escadas, etc;

Tempo de vida útil – quando mais tempo de vida útil tem a lâmpada, com menos frequência tem de fazer a substituição;

Ciclo adequado – o parâmetro do ciclo da lâmpada deve ser considerado em função do número de vezes que a lâmpada será ligada/desligada, pois tem influência no seu tempo de vida.

Quais comprar e onde?

As melhores lâmpadas economizadoras são as fluorescentes compactas e as lâmpadas LED. Contudo, tem sempre de ter em conta onde as vai colocar e a relação entre a potência, a durabilidade e a utilização. Prefira lâmpadas com a máxima eficiência energética, concretamente de classe A para as fluorescentes compactas e classes A+ e A++ para as LED.

Atualmente, pode comprar lâmpadas economizadoras em praticamente todas as superfícies comerciais, desde hiper a supermercados, lojas de decoração e iluminação e lojas de bricolage. Conhecendo bem o produto, pode optar por comprar online, nas mesmas lojas ou na Amazon.

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Júlia Rocha Júlia Rocha

Licenciada em Ciências da Comunicação pela Universidade do Porto, sempre se deu bem com os livros, teclados de computador e canetas. A importância da palavra escrita num mundo tecnológico, aliada à história, ao cinema, literatura e televisão, são os seus maiores campos de interesse.